O presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais lamentou ontem a falta de formação prática na preparação dos bombeiros e de planos pormenorizados no socorro de situações previsíveis.
À margem das 15 Jornadas de Prevenção e Segurança na Floresta de Betão, Fernando Curto, disse que é necessária mais formação e descentralizada, sobretudo de ordem prática, com a realização de simulacros. “Até os cenários de cheias se podem simular” para treinar, disse, acrescentando também a necessidade de haver reciclagem na formação. De acordo com o presidente da ANBP, “na Europa os bombeiros treinam na prática, enquanto em Portugal é através de papéis”. “Aprendemos sentados à secretária, quando a nossa actividade é eminentemente prática”, referiu.
Quanto ao cenário de cheias em Portugal continental, Fernando Curto disse que a intervenção pode ser melhorada a nível da prevenção, quer na actuação das autoridades, quer da própria população. O presidente da ANBP lembrou, a propósito das inundações: “Sempre que há chuva em demasia, as cheias ocorrem nos mesmos sítios e todos sabem onde são”. Por esta razão, Fernando Curto considera que devia haver mais prevenção, com um plano pormenorizado de acção, que previsse um reforço de meios, técnicos e humanos, e que incluísse ainda a posição geográfica de todos os elementos de socorro para que facilmente fossem accionados.
Para o presidente da ANBP também os cidadãos deviam fazer a prevenção de situações. Fernando Curto lembrou que há famílias em Santarém que, conhecedoras dos efeitos da chuva na região, desocupam o rés-do-chão das suas habitações.
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Fonte: O Primeiro de Janeiro
À margem das 15 Jornadas de Prevenção e Segurança na Floresta de Betão, Fernando Curto, disse que é necessária mais formação e descentralizada, sobretudo de ordem prática, com a realização de simulacros. “Até os cenários de cheias se podem simular” para treinar, disse, acrescentando também a necessidade de haver reciclagem na formação. De acordo com o presidente da ANBP, “na Europa os bombeiros treinam na prática, enquanto em Portugal é através de papéis”. “Aprendemos sentados à secretária, quando a nossa actividade é eminentemente prática”, referiu.
Quanto ao cenário de cheias em Portugal continental, Fernando Curto disse que a intervenção pode ser melhorada a nível da prevenção, quer na actuação das autoridades, quer da própria população. O presidente da ANBP lembrou, a propósito das inundações: “Sempre que há chuva em demasia, as cheias ocorrem nos mesmos sítios e todos sabem onde são”. Por esta razão, Fernando Curto considera que devia haver mais prevenção, com um plano pormenorizado de acção, que previsse um reforço de meios, técnicos e humanos, e que incluísse ainda a posição geográfica de todos os elementos de socorro para que facilmente fossem accionados.
Para o presidente da ANBP também os cidadãos deviam fazer a prevenção de situações. Fernando Curto lembrou que há famílias em Santarém que, conhecedoras dos efeitos da chuva na região, desocupam o rés-do-chão das suas habitações.
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Fonte: O Primeiro de Janeiro
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