quinta-feira, 30 de novembro de 2017

6526. Quinta-feira, 30 de Novembro (07h00)



Algumas temperaturas às 07h00
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Ilhas Selvagens (Madeira): 19,7 ºC
Cabo Carvoeiro: 10,4 ºC
Sagres: 9,5 ºC
Lisboa (Geofísico): 8,8 ºC
Barreiro (Lavradio): 8,7 ºC
Lisboa (G. Coutinho): 8,3 ºC
Amadora: 8,0 ºC
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Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 2,7 ºC
Penhas Douradas: - 3,0 ºC
Chaves (Aeródromo): - 4,3 ºC
Bragança: - 4,6 ºC
Mirandela: - 4,7 ºC
Miranda do Douro: - 4,9 ºC
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

6525. PORTUGAL CONTINENTAL: Intrusão de massa de ar de origem árctica



O estado do tempo em Portugal Continental está condicionado, a partir de hoje, pela presença de um anticiclone no Oceano Atlântico e baixas pressões no interior da Europa; esta configuração sinóptica origina uma corrente de norte sobre a Península Ibérica, procedente do Árctico.
Assim, toda a Península Ibérica passa a estar sob a influência da intrusão de uma massa de ar árctica derivada, com trajecto marítimo; no entanto, os sistemas montanhosos do norte da Península retêm quase toda a nebulosidade e precipitação. Para Portugal Continental prevê-se, para os próximos dias, o predomínio do céu pouco nublado ou limpo, com vento fraco a moderado do quadrante norte e acentuado arrefecimento nocturno e formação de geada, particularmente nas regiões abrigadas do interior. Existe ainda a possibilidade de aumento temporário de nebulosidade no interior das regiões norte e centro, onde pontualmente possa ocorrer precipitação fraca. Espera-se também uma progressiva descida de temperatura do ar.
Esta situação sinóptica tenderá a permanecer até ao fim de semana.

6524. Chuva intensa provocou 21 inundações no distrito de Beja

A chuva forte que caiu na noite desta terça-feira no distrito de Beja provocou 21 inundações em vários concelhos, tendo a mais grave ocorrido numa escola em Ferreira do Alentejo.
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja indicou à agência Lusa que a Escola E/B, 2/3 José Gomes Ferreira, em Ferreira do Alentejo, sofreu danos em salas, corredores e no quadro eléctrico, devido à inundação, e vai encerrar na quarta-feira, "por precaução e segurança". O presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo, Luís Pita Ameixa, afirmou à agência Lusa que a escola E/B, 2/3 José Gomes Ferreira vai estar encerrada na quarta-feira devido a inundações causadas por "uma forte chuvada" que afectou o concelho. "A situação mais grave foi na escola, tendo afectado salas de aula, o pavilhão, a sala de professores e a parte eléctrica. Não há condições para haver aulas na quarta-feira e vamos agora avaliar todos os danos causados", afirmou.
O autarca referiu que foram efectuadas obras recentemente na escola, nomeadamente na zona do pavilhão, onde também houve inundações, e que vai analisar a ocorrência. "Foram feitas obras há pouco tempo na escola, como no caso do pavilhão, mas penso que estas ocorreram no piso. Não foi no meu mandato, mas vou analisar toda a situação e encontrar soluções", explicou. Um funcionário da escola José Gomes Ferreira disse à agência Lusa que a água penetrou em várias salas do edifício central, atingindo os espaços de aulas, de professores, biblioteca e reprografia, bem como no pavilhão gimnodesportivo, alagando o chão. "Entrou muita água, que alagou as salas e destruiu tectos falsos. Os quadros eléctricos, que não estavam vedados, jorravam água, uma coisa incompreensível", disse a mesma fonte.
A fonte, que pediu para não ser identificada no texto, disse que o pavilhão desportivo foi alvo de obras "há pouco tempo", para colocação de um piso que custou "milhares de euros", mas que o telhado não foi arranjado e que agora ficou tudo alagado. Os estragos no edifício central afectaram também livros, computadores e pastas, para além do mobiliário. Apesar de a escola não receber quarta-feira alunos, os professores e funcionários foram convocados para trabalhar.
A chuva forte causou também problemas em vários pontos do concelho, com habitações e ruas afectadas. "Não tenho o retrato ainda completo, mas ocorreram vários casos de pequenas inundações em habitações e em ruas. Sei que houve vários problemas", acrescentou. Na rede social Facebook, o município de Ferreira do Alentejo informou a população do encerramento da escola e dos problemas que estavam a ocorrer. "Devido aos períodos de chuva forte que têm estado a cair na vila de Ferreira do Alentejo, desde as 17h45, avisa-se toda a população que deve evitar circular nas ruas quer a pé quer de automóvel, face à grande quantidade de água existente no pavimento. Deverá ter especial atenção aos sumidouros, algerozes e esgotos, chamando os bombeiros e a Protecção Civil em caso de inundações ou entupimentos", escreveu o município.
Segundo a fonte do CDOS de Beja, os concelhos de Beja e de Ferreira do Alentejo foram os mais afectados com as inundações registadas até cerca das 23h00, em habitações, vias públicas e estradas.
Na zona de Beja foram registadas nove inundações, em Ferreira do Alentejo sete, tendo as restantes ocorrido nos concelhos de Serpa, Moura, Barrancos e Odemira.
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Fonte: PÚBLICO

6523. TERÇA-FEIRA, 28 de Novembro: Descargas eléctricas atmosféricas


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

6519. O "Antes e Depois" dos fogos de 2017 em Portugal



Compilação de imagens de satélite de alta-resolução (10m/pixel) dos fogos que ocorreram em Portugal em 2017: são centenas de imagens a cores, muito detalhadas, do "Antes e Depois" dos incêndios (mostram a mesma zona lado a lado, antes e depois do incêndio). As imagens ajudam a perceber a verdadeira dimensão dos fogos e o seu impacto nas populações. É preciso ver o que se passou para perceber, decidir, ajudar.
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Tecle sobre a imagem para ver
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http://fogos2017.blogspot.pt/
Fonte: Fogos 2017

 

domingo, 26 de novembro de 2017

6518. AÇORES (Grupo Oriental)/MADEIRA: Instabilidade moderada




Fonte: WunderMap
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Um centro de baixas pressões centrado entre o Arquipélago dos Açores e o Arquipélago da Madeira condiciona o estado do tempo em ambas as regiões. As linhas de instabilidade fazem uma trajectória em torno do centro de baixas pressões, afectando inicialmente o Arquipélago da Madeira e dirigindo-se posteriormente para o Grupo Oriental do Arquipélago dos Açores.
Assim, no Arquipélago da Madeira e no Grupo Oriental predomina tempo instável, com períodos de céu muito nublado e a ocorrência de aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados por trovoadas.

sábado, 25 de novembro de 2017

6517. Lisboa tem novo sistema de alerta de tsunamis

A ministra do Mar considerou que o novo sistema de alerta precoce de tsunamis instalado hoje em Lisboa representa um acréscimo de segurança para a população com um custo de "apenas um milhão de euros".
"É um investimento de apenas um milhão de euros. E digo 'apenas' porque às vezes fala-se de investimentos de muitos milhões de euros que, porventura, não têm um valor acrescentado para a nossa segurança como este milhão. Este milhão permite tão simplesmente que Portugal integre a rede internacional de alerta precoce de tsunamis", disse Ana Paula Vitorino na inauguração do novo sistema, no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). A ministra explicou que a população portuguesa também ficará mais informada sobre os eventuais acontecimentos deste tipo que venham a ser detectados, mas que o equipamento serve, sobretudo, para melhorar a coordenação e antecipação com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).
“O centro precoce de tsunamis insere-se nesse esforço (de coordenação entre o IPMA e a ANPC). Portugal tem de estar no centro do melhor das redes científicas globais", já que "os tsunamis não são uma realidade distante e exótica", disse, por seu lado, o ministro da Administração Interna (MAI). Eduardo Cabrita recordou que "o terramoto de 1755 [em Lisboa] esteve associado a um dos maiores tsunamis de que há registo" e que este "sistema de alerta precoce [que Portugal agora integra] foi lançado – com a participação da UNESCO – na sequência do tsunami de 2004 que afectou a Indonésia e outras regiões da Ásia".
No decorrer da cerimónia, para assinalar os dois anos de governação do actual executivo, a ministra do Mar e o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, visitaram o Instituto, cortaram a fita de inauguração do novo equipamento e descerraram uma placa alusiva ao projecto.
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Fonte: DN

6516. O complexo de incêndios de Pedrógão Grande e concelhos limítrofes, iniciado a 17 de junho de 2017 – Extrato do capítulo 6 de acordo com a deliberação da Comissão Nacional de Proteção de Dados n.º 1572/2017, de 21 de novembro

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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

6515. PEDRÓGÃO GRANDE: Governo divulga partes do capítulo 6 do relatório sobre os incêndios

O governo divulgou, esta sexta-feira, alguns pontos do capítulo 6 do relatório sobre os incêndios de Pedrógão Grande, que fazem uma análise detalhada a casos de sobrevivência, a vítimas mortais encontradas e a problemas nas comunicações. Os pontos em causa no relatório elaborado pelo Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra, analisam várias situações, entre elas casos de sobrevivência por as pessoas terem permanecido em casa ou em tanques de água, alguns feridos que foram socorridos, as pessoas que foram encontradas já sem vida, mas salvaguardam a identidade dos envolvidos, bem como alguns dos locais onde ocorreram as situações.
A Comissão Nacional de Protecção Dados (CNPD) vetou a publicação integral do capítulo 6 do relatório elaborado por Domingos Xavier Viegas sobre os incêndios de Pedrógão Grande, permitindo apenas que os familiares das vítimas tenham acesso à informação. Apesar do veto, a Comissão Nacional de Protecção Dados autorizou a publicação de alguns pontos do capítulo 6, desde que previamente sejam colocados no anonimato "alguns elementos que podem permitir indirectamente a identificação dos intervenientes" e que "cada um dos intervenientes der o consentimento".
Os pontos divulgados esta sexta-feira começam por analisar alguns casos de sobrevivência de pessoas que conseguiram escapar ao refugiar-se em tanques de água ou piscinas, como o caso de 11 pessoas que entraram num tanque em Nodeirinho. O relatório analisa também casos de pessoas que permaneceram em casa e acabaram por sobreviver, mas também os motivos que levaram muitas a abandonarem as suas habitações.
O documento salienta ainda o testemunho de um dos primeiros bombeiros a sair para o incêndio, com uma análise detalhada do seu percurso e do que foi encontrando, tendo recolhido alguns feridos pelo caminho. Esta pessoa fez um dos primeiros pedidos de socorro registados pela fita do tempo, cerca das 19:25.
É também revelado o percurso de um elemento que saiu para o local a pedido do Comandante Nacional para fazer o reconhecimento do perímetro do incêndio de Pedrógão Grande, acompanhado por elementos da Força Especial de Bombeiros, a 17 de Junho, que descreve que encontrou "uma criança caída no chão" perto do Outão. "A criança estava inconsciente e tinha queimaduras na parte posterior do braço e nas pernas também. Estava de calções, 't-shirt' e sandálias", refere o documento, acrescentando que havia fogo de ambos os lados da estrada. Depois de socorreram a criança e uns idosos numa fase seguinte, a equipa foi informada de que haveria problemas na estrada 236-1.
"Deixaram o carro parado porque havia um pinheiro caído, junto ao tronco encontraram um cadáver. Aqui começa todo o procedimento de levantamento dos corpos que iam vendo. Foram à procura nos veículos todos, nalguns foi possível identificar cadáveres, muitos dentro dos veículos (a maior parte)", acrescenta o relatório. Nesse troço fizeram a identificação de "19 ou 20 corpos" e fizeram essa comunicação.
"Uma vez que não conseguiram falar directamente com o PCO – Posto de Comando Operacional – (não tinha rede telemóvel e o SIRESP também não permitia fazer isso) fizeram essa comunicação para Lisboa, via rádio. Trocaram de canal, ligaram o canal nacional e passaram essa informação para o Comando Nacional, quem estivesse via rádio naquele canal ouviria a conversa", salienta o relatório. A informação referia que foram detectadas 19 vítimas mortais nesse troço, mas que "o número seria superior".
Ao longo do percurso que os bombeiros continuaram a efectuar, que decorreu até à manhã do dia 18, foram encontrando outras vítimas mortais, explicando que deixaram "os corpos tapados" e identificaram "as coordenadas geográficas".
Os pontos hoje divulgados do relatório terminam com o caso de um homem que socorreu pessoas e acabou por voltar ao lugar de Adega, informando a GNR que sabia que ainda lá estavam mais pessoas feridas. "Os agentes deixaram-no prosseguir, por sua conta e risco", frisa o documento, referindo que o homem conseguiu recolher mais pessoas para serem socorridas.
Em 17 de Junho e durante vários dias, fogos florestais devastaram extensas áreas, sobretudo em Pedrógão Grande, provocando 64 vítimas mortais e mais de 200 feridos, além de elevados prejuízos materiais.
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6514. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Instabilidade c/ forte precipitação

Fonte: IPMA

6513. ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA: Radar meteorológico em funcionamento

O radar meteorológico que desde o passado mês de Abril está a ser instalado no Pico Espigão, no Porto Santo, está já em fase de conclusão e, à partida, estará em funcionamento no final deste mês, inicialmente num período experimental, mas “que se espera que seja relativamente curto”.
Ao DIÁRIO, o director do Observatório Meteorológico do Funchal adiantou que o radar abrange o Arquipélago da Madeira e toda a área circular com um raio de 300 km, centrado na Ilha Dourada. Victor Prior explicou que dentro desta mesma área é possível acompanhar remotamente as zonas onde ocorre precipitação, sabendo-se tanto a quantidade da precipitação envolvida, a sua intensidade e a trajectória dos sistemas nebulosos que, por vezes, carregam grandes quantidades de água, no estado líquido e/ou sólido.
“Aquilo que vamos ter para vigilância meteorológica são imagens de 10 em 10 minutos, numa escala de cores. A partir daí conseguimos saber para onde a precipitação se dirige, a quantidade e a intensidade”, referiu.
Victor Prior salientou ainda que o radar não vai emitir directamente um sistema de avisos e alertas para as pessoas mas afirmou que esta informação vai ajudar na emissão de avisos, no tempo e na sua magnitude, após ser devidamente avaliada pela equipa de meteorologista que estará a fazer a vigilância do estado do tempo na Madeira.
Questionado sobre se esta é também uma forma de se tentar evitar tragédias como a intempérie do 20 de Fevereiro, o director do Observatório Meteorológico do Funchal revelou que “embora o radar já estivesse previsto antes do 20 de Fevereiro, isso veio desencadear a instalação do mesmo de uma forma mais rápida e, portanto, o que se quer é que em situações extremas o Serviço Regional de Protecção Civil seja devidamente informado algumas horas antes”.
Recorde-se que o contrato com a empresa que está a instalar o radar teve início em meados de Novembro do ano passado. Os trabalhos no Porto Santo começaram em Abril deste ano, porque grande parte do trabalho foi feito em fábrica, e, no fim de Agosto, iniciaram-se os trabalhos relativos a infra-estruturas e construção civil.
No início de Setembro foi instalada a torre e em Outubro o equipamento relativo ao radar propriamente dito. Neste momento estão a ser concluídos os trabalhos relativos às telecomunicações e a todos os sistemas técnicos, em particular no que diz respeito à parte electrónica do sistema.
Andreína Ferreira
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Fonte (texto e imagem): dnoticias.pt

6512. PORTUGAL CONTINENTAL: Precipitação acumulada (23.11.2017)

(Tecle sobre a imagem)
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Fonte: IPMA

6511. Imagem de Satélite às 14h45 (17.Junho.2017)

Fonte: NASA

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

terça-feira, 21 de novembro de 2017

6507. Terça-feira, 21 de Novembro (15h00)

Imagem de Satélite às 15h30
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Fonte: SAT24
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Algumas temperaturas às 15h00
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Porto Moniz (Madeira): 24,8 ºC
Alvalade: 24,4 ºC
Castro Verde (N. Corvo): 24,4 ºC
Lousã (Aeródromo): 24,3 ºC
Mora: 23,6 ºC
Coruche: 23,6 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): 23,6 ºC
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Moncorvo: 15,4 ºC
Foía: 15,2 ºC
Mirandela: 15,0 ºC
Guarda: 14,4 ºC
Montalegre: 14,3 ºC
Penhas Douradas: 12,3 ºC
Areeiro (Madeira): 7,8 ºC
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Fonte: IPMA

6506. Terça-feira, 21 de Novembro (07h00)

Tempo anticiclónico em Portugal Continental, com fortes inversões térmicas 
(temperaturas muito baixas c/ geada nos vales e depressões)
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Algumas temperaturas às 7h00
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Ponta do Sol (Madeira): 20,3 ºC
Sagres: 14,5 ºC
Portalegre: 14,2 ºC
Faro (Aeroporto): 13,4 ºC
Sines: 12,0 ºC
Anadia: 11,9 ºC
Ansião: 11,8 ºC
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Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 1,3 ºC
Bragança: - 1,7 ºC
Miranda do Douro: - 2,8 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 3,7 ºC
Chaves (Aeródromo): - 4,3 ºC
Mirandela: - 4,7 ºC
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Fonte: IPMA
 




6505. AÇORES: Precipitação acumulada (19 e 20 de Novembro)

Fonte: IPMA

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

6504. Chuva regressa quarta-feira, mas não será para todo o território do continente

A chuva vai regressar a Portugal continental a partir de quarta-feira, mas apenas às regiões a norte do sistema Montejunto-Estrela, disse a meteorologista Maria João Frada.
"A chuva vai regressar, mas não será a todo o território. Parecem ser episódios temporários com ocorrência de precipitação, mas o cenário que se configura não é uma constância de precipitação nos próximos dias", adianta a especialista do instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Na opinião de Maria João Frada, esta precipitação "é melhor que nada, mas insuficiente" para fazer face à seca que o país atravessa. De acordo com Maria João Frada, hoje e terça-feira ainda se prevê céu pouco nublado ou limpo e com temperaturas máximas elevadas para esta época do ano.
"Continuamos a ter [temperaturas] máximas a variar entre os 18 e os 23 graus. Tem sido uma constância e vai continuar assim. As temperaturas são de tal forma acima da média para época que em algumas estações do IPMA contribuiu para uma onda de calor. As temperaturas estão acima da média mais de cinco graus", adiantou.
Segundo a meteorologista do IPMA, na quarta, quinta e sexta-feira esperam-se temperaturas máximas a variar entre 18 e 23 graus, sendo entre os 16 e 18 nas serras de Portugal, e as mínimas mais baixas serão de -2 a 04 graus nas regiões do interior norte e centro.
"A chuva é bem-vinda, mas não é aquilo que queremos e precisamos. A sul do sistema Montejunto-Estrela não se prevê precipitação no dia 22 [quarta-feira]. E a precipitação que vai cair é fraca, sendo moderada no Minho. Vamos ter também um aumento da intensidade do vento", disse.
Na quinta-feira, explicou Maria João Frada, está prevista alguma precipitação e na sexta-feira poderá ser mais intensa e na generalidade do território, mas serão mais fortes sempre no litoral a norte do Cabo Carvoeiro.
"A região sul vai ter nenhuma ou pouca precipitação. Ainda falta algum tempo. Vamos ver se o cenário se mantém", concluiu.
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Fonte: DN

6503. SECA: situação a 15 de Novembro


O valor médio da quantidade de precipitação em Portugal Continental entre 1 e 15 de Novembro foi muito inferior ao normal e corresponde a apenas 24% do valor médio mensal.
De acordo com o índice meteorológico de seca PDSI, a 15 de Novembro, verifica-se um aumento da área em situação de seca extrema em todo o território de Portugal Continental (Figura 1). A 15 de Novembro cerca de 6% do território estava em seca severa e 94% em seca extrema. Quase todo o território está há cerca de 5/6 meses consecutivos em situação de seca severa e extrema, não se tendo verificado um desagravamento no início do Outono como seria normal e se tem verificado em outras situações de seca.
A 15 de Novembro, grande parte das regiões do interior e da região Sul de Portugal continental, apresentam valores de água no solo inferiores a 20%, sendo mesmo em alguns locais próximos ou iguais ao ponto de emurchecimento. Nas regiões do litoral Norte e Centro os valores variavam em geral entre 20 a 60 %.
A situação mais provável no final de Novembro corresponde à continuação da severidade da seca, tendo em conta a previsão mensal do Centro Europeu de Previsão do Tempo a Médio Prazo (ECMWF).
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

6501. Tornado de Fogo (Cepos, Arganil)

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As imagens foram gravadas a 7 de Outubro por Vítor Hugo, bombeiro no concelho de Sintra, que integrou a Gruta de Lisboa destacada para combater os incêndios no centro do País.

6500. Índice de vegetação


Fonte: AEMET

6499. Rastreamento de aerossóis atmosféricos

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Pequenas partículas de aerossol como fumaça, poeira e sal marinho foram rastreadas pelos satélites da NASA de 1 de Agosto a 1 de Novembro de 2017. Os furacões foram visíveis ao "seguir o sal do mar que é evaporado do oceano", de acordo com o Goddard Space Flight da NASA Centro.
A partir de 1 minuto e 35 segundos do vídeo pode observar-se os efeitos do furacão Ofélia sobre a Península Ibérica, nomeadamente a entrada de poeiras procedentes do norte de África e os fumos dos incêndios, a lavrarem na Península Ibérica, a serem arrastados para o norte da Europa.
Crédito: NASA Goddard Space Flight Center
Pridutor: Matthew R. Radcliff (USRA)
Suporte Técnico: Aaron E. Lepsch (ADNET Systems, Inc.)
Cientista principal: William Putman (NASA / GSFC)
Cientista: Anton S. Darmenov (NASA / GSFC)
Narrador: Ellen T. Gray (ADNET Systems, Inc.)
Música: Elapsing Time por Christian Telford [ASCAP], Robert Anthony Navarro [ASCAP]
 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

6498. AÇORES (Grupo Oriental): Agravamento do estado do tempo



Imagem do satélite GOES13, 14/11/2017 às 13:30 UTC: uma zona de baixa pressão localizada atualmente a cerca de 500 km a sudoeste do arquipélago português dos Açores é monitoriza de perto pelos meteorologistas do Centro Nacional de Furacões de Miami.
Trovoadas e aguaceiros ocorrem cada vez mais organizados dentro do distúrbio: as condições atmosféricas estão a tornar-se cada vez mais desfavoráveis. O NHC estima em 50% a probabilidade de formação de um ciclone extra-tropical dentro de 2 a 5 dias.
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Fonte: Meteo France

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

6497. Portugal enfrenta seca mais violenta em 87 anos

CopyRight @ RTP Notícias

6496. Conferência da ONU na Alemanha discute implementação do Acordo de Paris para o clima

Até 17 de Novembro, negociadores de diversos países reúnem-se em Bona, na Alemanha, para a Conferência da ONU sobre as Alterações Climáticas (COP23) com o objectivo de discutir a implementação do Acordo de Paris e as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) para limitar o aumento da temperatura global do planeta.
A conferência, organizada pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (UNFCCC), será presidida pelo governo de Fiji, com a parceria do governo da Alemanha.
No programa, eventos paralelos mobilizarão representantes da sociedade civil e do sector privado, da academia e de organismos internacionais, para discutir políticas de desenvolvimento sustentável, com base no combate às alterações climáticas globais. A expectativa é que mais de 20 mil pessoas participem da conferência, ao longo dos 12 dias de evento.
Historicamente, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) apoia o processo de preparação das Conferências das Partes, colaborando com os países em áreas-chave. Para a COP23, a organização trabalha em conjunto com a presidência do evento, em temas ligados à programação e preparação. A delegação do PNUD, chefiada por seu administrador, Achim Steiner, liderará e participará de 30 eventos da COP23.
No “Pavilhão do PNUD”, ocorrerão eventos paralelos, que terão enfoque no apoio da organização para o alcance do desenvolvimento sustentável e a implementação do Acordo de Paris e das Contribuições Nacionalmente Determinadas pelos países.
Desde 2014, o PNUD trabalha com os países para colaborar com a implementação das NDCs, que dialogam com o combate às alterações climáticas do globo e com planos de desenvolvimento em contextos regionais específicos. Com a adopção do Acordo de Paris, a organização tem o compromisso de fortalecer a capacidade de acção de países e territórios na implementação de políticas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e garantir que a temperatura global do planeta não suba mais do que 2º Celsius nos próximos anos.

Conferência das Partes – “COP23” é o nome informal da 23º Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (UNFCCC). A Convenção-Quadro foi adoptada no Rio de Janeiro, durante a Rio 92, que marcou o início do primeiro esforço da comunidade global para combater os efeitos adversos da mudança do clima. Anualmente, todas as partes que fazem parte da convenção reúnem-se para avaliar o progresso das políticas para reverter o aumento da temperatura global e a diminuição das emissões de gases de efeito estufa.

Conferência do clima mantém ambição um ano após entrada em vigor do Acordo de Paris – Um ano depois da entrada em vigor do Acordo de Paris para o clima, a Conferência de Bona será uma oportunidade para os países demonstrarem sua ambição para a acção climática e sua determinação em manter suas promessas.

“Enquanto Paris representou um daqueles momentos em que o melhor da humanidade chegou a um acordo tão importante para nosso futuro colectivo, Bona representa a forma com a qual nos moveremos para frente para cumprir as promessas”, disse a secretária-executiva da UNFCCC, Patrícia Espinosa, paralelamente a uma reunião ministerial em Fiji em meados de Outubro de preparação para a Conferência das Partes.
“Estamos a ficar sem tempo de mudar as coisas. Para isso, precisamos aumentar significativamente os nossos esforços para reduzir as emissões e nossa pegada de carbono”, acrescentou.
O Acordo de Paris para o clima, adoptado por 196 países na reunião anual da UNFCCC de Dezembro de 2015, na capital francesa, pede que as partes combatam as alterações climáticas limitando a subida da temperatura global a apenas 2º Celsius.
Uma semana antes da abertura da Conferência de Bona, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou que níveis de dióxido de carbono (CO2) elevaram-se a uma velocidade recorde em 2016.
A conferência terá uma série de encontros e eventos, incluindo um segmento de alto nível em 15 e 16 de Novembro, com a participação de chefes de Estado e de governo, ministros e do secretário-geral da ONU António Guterres.
Guterres convidou líderes a analisar seis áreas de alto impacto numa reunião especial do clima em 2016. Essas áreas são investimento em tecnologia limpa, consolidação da precificação de carbono, impulso à transição energética, mitigação de risco e construção de resiliência, aumentando a contribuição de actores sub-nacionais e empresariais e mobilizando o financiamento para o clima.
“A crescente ambição é a única forma de manter a subida da temperatura global abaixo dos 2º Celsius neste século, e o mais perto possível do 1,5º. Ao focar nesses sectores, podemos reduzir substancialmente a diferença entre onde estamos e onde deveríamos estar”, disse a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, na reunião pré-COP de Fiji.
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Fonte (adaptado): ONU Brasil

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

6495. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo seco a médio prazo

Previsão de precipitação acumulada
até dia 19 de Novembro
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Fonte: Tiempo
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As previsões do Centro Europeu de Previsão e Analise do Tempo (ECWMF) prevêem a continuação do predomínio do tempo seco em Portugal Continental nos próximos 9 dias (até ao Domingo, dia 19 de Novembro): tempo seco e solarengo, com predomínio do céu pouco nublado ou limpo e acentuado arrefecimento nocturno, com formação de geada nos locais abrigados das regiões do interior norte e centro; vento fraco a moderado do quadrante norte ou leste.
 

6494. GEROTEMPO: 12 anos on line




quinta-feira, 9 de novembro de 2017

6493. Quinta-feira, 9 de Novembro (07hh00)

Algumas temperaturas às 7h00
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Funchal/Lido (Madeira): 20,1 ºC
Faro (Aeroporto): 13,3 ºC
Cabo Carvoeiro: 12,7 ºC
Portimão (Aeródromo): 11,9 ºC
Barreiro (Lavradio): 11,6 ºC
Almada (P. Rainha): 11,6 ºC
Cabo Raso: 11,1 ºC
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Mirandela: - 0,9 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 1,0 ºC
Chaves (Aeródromo): - 1,3 ºC
Bragança: - 1,8 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 2,2 ºC
Miranda do Douro: - 2,5 ºC
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Fonte: IPMA