A situação de instabilidade deverá prolongar-se ao longo da semana. Sugere-se um acompanhamento do evoluir do estado do tempo em Portugal Continental, nomeadamente às previsões do Instituo de Meteorologia e aos avisos emitidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
3695. PORTUGAL CONTINENTAL: Temporal para 2 de Novembro
A situação de instabilidade deverá prolongar-se ao longo da semana. Sugere-se um acompanhamento do evoluir do estado do tempo em Portugal Continental, nomeadamente às previsões do Instituo de Meteorologia e aos avisos emitidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil.
domingo, 30 de outubro de 2011
3693. CRIL: Lisboa e Amadora responsabilizam Estradas de Portugal por inundações em Benfica e na Damaia
Segundo o vereador das Obras Públicas da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, quando a CRIL – Circular Regional Interior de Lisboa foi construída, a EP “tinha a obrigação de fazer um colector na estrada A-da-Maia e não fez”. Esse colector vai permitir ligar o grande colector da Damaia (Amadora) ao colector de Alcântara (Lisboa), indicou.
“Neste momento temos um problema muito sério na Damaia, da responsabilidade da EP, que, quando chove em regime tempestivo, o caudal gerado quer na Amadora quer em Lisboa não tem capacidade para escoar, causando inundações nas casas e nas ruas”, explicou. Nos meses de Junho e Julho as duas câmaras enviaram cartas à EP e aos ministérios das Obras Públicas e do Ambiente a expor o caso, mas “até agora nada” aconteceu.
“Caso a EP não realize as obras, os SMAS [Serviços Municipalizados de Água e Saneamento] e a câmara vão proceder de outra forma”, disse o vereador, sem especificar quais e afirmando apenas que os responsáveis estão a estudar “todas as formas para que tudo se resolva antes de chegarem às chuvas de inverno”. Vários moradores e comerciantes de Benfica queixam-se de que estão a ocorrer inundações anormais na freguesia e atribuem-nas à construção da CRIL. Os moradores e comerciantes lançaram uma petição na Internet para alertar para o problema que conta actualmente com 118 subscritores.
Ainda não foi possível obter esclarecimentos da Estradas de Portugal.
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Fonte: Destak
sábado, 29 de outubro de 2011
3692. SIMULADORES: Consumo de energia eléctrica
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Com o objectivo de auxiliar os consumidores na contratação dos serviços de fornecimento de energia eléctrica a ERSE disponibiliza os seguintes simuladores:
Para Consumidores Domésticos e Pequenas Empresas – Simulador de Rotulagem de Electricidade. Objectivo: Permitir aos consumidores conhecer a origem (fontes de energia) e as emissões (CO2, SO2, NOx e resíduos radioactivos) decorrentes do seu consumo de electricidade, comparando-as com outras situações típicas;
Simulador de Potência a Contratar – Objectivo: Orientar os consumidores de Baixa Tensão Normal (BTN) a estimar o seu valor de potência a contratar.
Simulador de Comparação de Preços – Objectivo: Esclarecer a escolha do comercializador de energia eléctrica, com base numa estimativa para o valor anual da factura de electricidade do cliente em BTN e por aplicação das diversas tarifas dos comercializadores de energia eléctrica;
Para Consumidores Empresariais – Objectivo: Sugerir a cada cliente em Média Tensão (MT) e Baixa Tensão Especial (BTE) dos Açores e da Madeira a melhor opção tarifária de que dispõe, minimizando o valor anual da sua factura de electricidade e apoiar os clientes em Muito Alta Tensão (MAT), Alta Tensão (AT), MT e BTE do continente a escolher um novo fornecedor durante a fase de extinção da tarifa do comercializador de último recurso que ocorre em 2011.
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Fonte: ERSE
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
3691. Chuva intensa volta a provocar cheias em Sobral da Adiça
O segundo comandante do CDOS de Beja acrescentou ainda que a Junta de Freguesia de Sobral da Adiça e o Serviço Municipal de Protecção Civil de Moura vão avaliar esta quinta-feira, 27, os prejuízos causados pelas inundações.
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Fonte: CorreioAlentejo
3690. PORTUGAL CONTINENTAL: Mau tempo
Também chegou a hora de começar a contabilizar estragos que estão avaliados em "muitos milhares de euros", segundo os comerciantes locais. Por exemplo, a Loja do Ambiente, da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, na Praça do Almada, está encerrada. A água preencheu a cave, onde estava "todo o arquivo do serviço", contou o vice-presidente da autarquia, Aires Pereira, que é também responsável pela Protecção Civil no município. Pilhas de sacos com pastas de arquivos e material informático estão a ser colocados à porta daquele serviço pelos funcionários que vão lamentando os “anos de trabalho perdidos”. A Loja do Ambiente vai estar encerrada "até segunda-feira", mas os casos mais urgentes podem ser resolvidos no edifício principal da autarquia.
Mesmo ao lado, o Instituto Maria da Paz Varzim, que acolhe crianças carenciadas, vai estar fechado nos próximos dias, porque o rés-do-chão, onde funcionava o jardim-de-infância, "ficou destruído", avançou uma educadora; "o soalho flutuante terá que ser reposto e todo o material didáctico, brinquedos, mesas e armários que ali se encontravam ficaram danificados", disse ainda.
Também o proprietário de uma pastelaria na Rua Sousa Campos e morador na Praça do Almada explicou que "em 23 anos" nunca viu nada igual. Ao final da tarde da quarta-feira a chuva começou a inundar a zona, mas o comerciante nunca imaginou que "em poucos minutos tudo ficasse completamente alagado". Os dois metros e meio de altura da cave, que dá apoio à pastelaria e onde tinha guardados "ovos, massas, farinhas, cremes máquinas, arcas e frigoríficos, ficaram "completamente submersos”. “Não conseguimos fazer nada", lamentou. Em relação aos prejuízos, não consegue ainda quantificá-los, avançando que serão "uns bons milhares de euros".
Apesar de a situação já não ser caótica, ao longo da manhã de hoje, "as solicitações dos bombeiros e Protecção Civil continuam a ser muitas”. “Temos pessoas com casas, garagens e armazéns inundados. Também há registo de desabamento de muros", avançou a Protecção Civil.
O município tem "na rua mais de 200 funcionários que estão todos mobilizados para proceder à limpeza dos espaços e retirada de bens que ficaram submersos”. “Vai ser um trabalho que se prolongará nos próximos dias, até ser reposta a normalidade", disse. Mas há casos ainda preocupantes no resto do município da Póvoa de Varzim, "como a subida do Rio Este, em Balasar, que impede, para já, a intervenção dos serviços de limpeza e remoção das águas". Também em Aver-o-Mar, "o rio transbordou e apesar de a circulação automóvel na EN 13 já ter sido reposta, há muito trabalho a fazer", concluiu.
187 pedidos de socorro num dia de temporal marcado pela morte de um homem – A morte de um homem levado pela corrente do rio Este foi a pior consequência do mau tempo no distrito de Braga, onde a Protecção Civil recebeu 187 pedidos de ajuda, na sua esmagadora maioria por causa de inundações. “Não tivemos um minuto de descanso, a páginas tantas quase nem sabíamos para que lado nos havíamos de virar”, disse, à Lusa, um elemento dos Bombeiros Voluntários de Braga.
Na noite de quarta-feira, um homem com cerca de 60 anos tentou atravessar a ponte sobre o rio Este, em Lomar, que já estava coberta pela água, e foi arrastado pela corrente. O corpo foi encontrado hoje de manhã, a cerca de 200 metros do local do acidente.
O comandante distrital da Protecção Civil disse à Lusa que as inundações estiveram na origem de 145 pedidos de ajuda. “Foram inundações essencialmente urbanas, em caves, lojas e garagens, havendo apenas a registar danos materiais”, referiu.
Numa escola do concelho de Braga, os alunos tiveram de ser deslocados para o primeiro andar, devido à inundação do piso térreo. Seis quedas de estruturas, essencialmente painéis publicitários, três “pequenos” deslizamentos de terras e 12 quedas de árvores foram outras das consequências do um tempo.
Durante a tarde de quarta-feira, vários túneis da cidade de Braga ficaram inundados, o que levou à interdição do trânsito em três avenidas do centro da cidade. A chuva intensa obrigou também ao corte do trânsito, durante algumas horas, na A3, na zona de Martim, entre Braga Sul e Braga Oeste, um troço que ficou completamente alagado.
IM colocou em aviso laranja toda a costa portuguesa - O Instituto de Meteorologia (IM) colocou hoje em aviso laranja toda a costa de Portugal continental devido à forte agitação marítima com ondas que poderão chegar aos seis metros. O aviso do IM, que vigora entre as 07:00 de hoje até às 11:59 de sexta-feira, aponta para ondas de oeste com cinco a seis metros de altura diminuindo para os quatro a cinco metros a partir do meio da tarde e passando a ondas de noroeste. A próxima preia-mar vai ocorrer às 15:50 de hoje.
De acordo com informação disponível no site da Internet da Marinha, o mau tempo obrigou ao encerramento de dez barras marítimas, estando no Algarve apenas disponível a de Portimão. Estão encerradas as barras de Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Douro, Figueira da Foz, São Martinho do Porto, Lagos, Alvor, Faro, Vila Real de Santo António e Tavira.
Em Aveiro, a barra não permite a navegação de embarcações com menos de 35 metros. As restantes 11 barras do continente estão abertas a todo o tipo de navegação, o mesmo acontecendo com as dos arquipélagos dos Açores e Madeira.
Na quarta-feira, foram colocados em aviso laranja 11 distritos do norte e centro de Portugal continental devido às condições meteorológicas adversas previstas, nomeadamente precipitação e vento forte.
O IM prevê para hoje céu geralmente muito nublado, diminuindo gradualmente de nebulosidade a partir da tarde, aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada até ao início da manhã, diminuindo gradualmente de intensidade e frequência a partir da tarde. Para Lisboa prevê-se uma temperatura máxima de 19 graus Célsius, em Faro de 18º e no Porto de 17º.
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Fonte: Destak
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
3689. PORTUGAL CONTINENTAL: Temporal
A Avenida Marginal, entre Paço de Arcos e Caxias, esteve encerrada ao trânsito, das 15h30 às 18h30, devido à forte ondulação marítima. A água do mar arrastou detritos e pedras para a faixa de rodagem do sentido Cascais-Lisboa. Fonte da Protecção Civil de Oeiras esclareceu que não houve qualquer acidente e que se tratou “apenas de uma medida de prevenção”. O corte da via também permitiu a instalação de uma grua já que, com a força das vagas, alguns barcos de pescadores soltaram-se e embateram contra a muralha.
O mau tempo obrigou também ao encerramento da ligação da Transtejo entre a Trafaria e Belém, durante cerca de duas horas. A suspensão das ligações deveu-se a danos no cais de Porto Brandão. A situação foi normalizada pelas 18h, segundo a Lusa.
No distrito de Évora, um operário da construção civil sofreu ferimentos ligeiros na sequência do desabamento de uma parede na escola secundária de Arraiolos. O trabalhador foi encaminhado para as urgências do Hospital de Évora, segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro, citada pela Lusa.
Em todo o país, a Protecção Civil registou 199 quedas de árvores, 160 inundações, 26 desentupimentos, 58 quedas de estruturas, quatro deslizamentos, 48 limpezas de vias e quatro salvamentos. O organismo prevê manter o estado de alerta amarelo accionado até ao meio-dia desta quinta-feira.
As fortes chuvadas e o vento forte assolaram o grande Porto provocaram o arrastamento de um motociclista que circulava na ponte que liga as freguesias de Guidões e Alvarelhos, na Trofa, cerca das 18h20. As águas subiram mais de um metro e galgaram o tabuleiro da ponte, arrastando o jovem, que se agarrou à vegetação e foi ajudado por populares e pelos bombeiros da Trofa. Em seguida foi transportado ao hospital com sinais de hipotermia. A circulação foi retomada depois de as águas baixarem.
Um pouco por toda a região norte, registaram-se dezenas de quedas de árvores, inundações cortaram estradas, barras marítimas foram encerradas. Na costa de Espinho, a Força Aérea resgatou um cidadão britânico, já sem vida (devido a hipotermia ou ataque cardíaco), que se encontrava numa balsa salva-vidas, após o naufrágio do seu veleiro.
A circulação na linha da Póvoa de Varzim do metro do Porto esteve interrompida por inundação. Os cortes de trânsito afectaram a Auto-estrada 3, entre Braga Sul e Braga Oeste e a cidade sofreu inundações em túneis. A A28 esteve cortada na zona da Varziela, invadida por terra, lama e água, e junto a Árvore, devido a um acidente com quatro viaturas, do qual resultou um ferido ligeiro. Localidades dos concelhos de Braga, Viana do Castelo e Maia sofreram cortes de electricidade.
Aníbal Rodrigues e Fábio Rodrigues
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Fonte: PÚBLICO
3687. Temporal de segunda-feira destruiu 10% das estufas de todo o Algarve
Escusando-se a quantificar os prejuízos, por falta de dados, a dirigente garantiu que pelo menos 10 agricultores foram afectados, numa zona que vai das estufas existentes junto ao Alto de Santo António, na cidade de Faro, até à Via do Infante. A agricultora descreve o fenómeno meteorológico da madrugada de segunda-feira como “um risco que destruiu tudo o que encontrou, que começou no Alto de Santo António e foi avançando pela Penha e Rio Seco, acabando a vários quilómetros na via do Infante”. As estufas em causa produziam vários tipos de frutos, legumes e leguminosas, como melão, tomate e feijão verde.
A agricultora lamenta que os seguros de colheitas não abranjam as estruturas das estufas e sublinhou que os agricultores “não sabem se vão ser ressarcidos dos prejuízos”. “Continua a haver seguro apenas para as colheitas, o que não se justifica. A estrutura é um complemento da cultura”, disse, recordando que “quando apareceu o seguro de colheitas abrangia também as estruturas”. Essa anexação deixou de acontecer nos anos 90, disse, “quando houve um temporal na zona de Odemira que provocou muitos estragos, as seguradoras tiveram muitos prejuízos e o Estado fez-lhes a vontade e separou a colheita da estrutura”.
O director regional da Agricultura e Pescas do Algarve está esta manhã a avaliar os prejuízos causados pelo mau tempo e remeteu para a tarde um balanço dos estragos. O temporal da madrugada de segunda-feira provocou 16 feridos, dois dos quais em estado grave e destruiu parcialmente o edifício principal do aeroporto de Faro, levando ao fecho da zona de chegadas.
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Fonte: Destak
terça-feira, 25 de outubro de 2011
3686. PORTUGAL CONTINENTAL: Condições meteorológicas adversas
Estas condições são propiciadoras de:
-Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
-Cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
-Inundações por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
-Danos em estruturas montadas ou suspensas;
-Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiência de drenagem;
-Acidentes na orla marítima.
Face a estas previsões, foi determinada a activação do ALERTA AMARELO do Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS) entre as 06h00 de 26OUT e as 12h00 de 27OUT de forma a aumentar a prontidão dos Agentes de Protecção Civil e entidades integrantes do SIOPS, recomendando-se aos cidadãos que atentem às seguintes medidas de autoprotecção:
-Acompanhamento das informações do Instituto de Meteorologia e indicações da Protecção Civil e das Forças de Segurança;
-Desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
-Condução especialmente atenta, defensiva e a velocidade reduzida, com especial atenção aos lençóis de água ou gelo que podem formar-se nas estradas e outras vias.
-Não atravessamento de zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
-Fixação adequada de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
-Evitar actividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos, passeios à beira-mar e estacionamento de veículos na orla marítima.
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Fonte: ANPC
3685. Neve caiu pela primeira vez este Outono
Entretanto, fonte do Centro de Limpeza de Neve da Estradas de Portugal disse à Lusa que a primeira neve do Outono "é uma amostra, não é nada considerável", embora tenha sido suficiente para obrigar ao corte daquela via. Adiantou que o troço da estrada nacional n. 338 iria ser reaberto "dentro de meia hora", estando envolvidos três limpa-neves nas operações de limpeza. A fonte do Centro de Limpeza referiu ainda que na área das suas instalações, nas Penhas da Saúde, os termómetros marcam "zero graus", admitindo que a temperatura estivesse mais baixa na zona da torre, o ponto mais alto da Serra da Estrela.
Em relação ao último ano, este primeiro nevão surge cerca de uma semana mais cedo. Em 2010, as primeiras neves aconteceram a 30 de Outubro, indicou.
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Fonte: Sic Notícias
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
3684. Precipitação acumulada (Últimas 24 horas)
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Viana do Castelo-Chafe (Portugal) 112.6 mm
Castelo Branco (Portugal) 66.6 mm
Penhas Douradas (Portugal) 65.0 mm
Ovar / Maceda (Portugal) 51.3 mm
Cabo Carvoeiro/Farol (Portugal) 41.0 mm
Lisboa / Gago Coutinho (Portugal) 38.1 mm
Montijo (Portugal) 36.1 mm
Portalegre (Portugal) 36.1 mm
Beja / B. Aerea (Portugal) 34.0 mm
Viseu (Portugal) 34.0 mm
Vila Real (Portugal) 32.7 mm
Funchal (Portugal) 30.9 mm
Beja (Portugal) 30.0 mm
Sines / Montes Chaos (Portugal) 21.1 mm
Sagres (Portugal) 20.3 mm
Coimbra / Cernache (Portugal) 18.0 mm
Evora / C. Coord (Portugal) 13.0 mm
Lisboa / Geof (Portugal) 4.2 mm
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Fonte: OGIMET
3683. MAU TEMPO: Queda da cobertura do Aeroporto de Faro
A chuva intensa e o vento forte que esta noite afectaram um pouco todo o país fizeram cair parte da cobertura da zona do check-in do aeroporto, cerca das 5h30, segundo disse ao PÚBLICO Rui Oliveira, porta-voz da ANA – Aeroportos de Portugal. “Houve apenas cinco feridos ligeiros e estão todos bem”, acrescentou. O aeroporto está com as aterragens ou descolagens condicionadas. Questionado sobre se o condicionamento do aeroporto de Faro se ficou a dever ao incidente, o porta-voz explicou que “o mau tempo afectou também a torre de controlo e outras zonas operacionais do aeroporto”, o que impede por isso aterragens e descolagens.
Os voos estão a ser retomados ainda esta manhã, estando já em curso o check-in para alguns destinos, com partida a partir das 11h30. Havia 20 voos marcados para esta manhã. No entanto, a situação não deverá ficar regularizada tão rapidamente quanto se previa: o mau tempo partiu alguns vidros da torre de controlo que viu a sua capacidade reduzida para um terço. Em dias normais a torre tem capacidade para operar 24 voos por hora e neste momento só consegue dar resposta a oito.
"A ANA – Aeroportos de Portugal prevê que as funções de apoio aos passageiros do Aeroporto de Faro se mantenham reduzidas durante o dia de hoje e de amanhã, pelo que lamenta o incómodo causado", lê-se num comunicado da empresa. Várias centenas de passageiros estão no aeroporto, a aguardar que a situação se normalize. Jani Mendes chegou por volta das 6h00, num grupo de quatro estudantes, para apanhar um voo da Ryanair para o Porto, às 9h00. Passadas três horas, continuava sem saber o que estava a acontecer. “Informação, zero”, desabafou. À sua volta, a confusão estava instalada, com centenas de pessoas a acotovelarem-se. Mas entretanto aos bares e restaurantes – que estavam encerrados por razões de segurança – já foram reabertos, o que ajudou a tranquilizar a situação.
O mau tempo afectou sobretudo as pontas nascente e poente do aeroporto – a última é a nova zona de check-in. Com o vento, as chapas da cobertura voaram a mais de 500 metros de distância. No exterior, via-se pelo menos um carro danificado. Um pouco mais distante, uma bomba de gasolina também registou danos.
O Instituto de Meteorologia (IM) registou desde a tarde de domingo e até hoje de manhã quantidades de precipitação que variaram entre os 10 e os 23 milímetros por hora em várias regiões do país, tendo o Algarve sido a zona mais afectada.
O IM colocou em aviso amarelo toda a costa de Portugal continental devido à previsão de agitação marítima. Os avisos do IM têm quatro níveis, do verde (normal) ao vermelho (risco extremo), sendo o amarelo, o segundo menos grave. Também a Autoridade Nacional de Protecção Civil colocou o território nacional em alerta amarelo devido à chuva, vento forte e agitação marítima.
Idálio Revez, Romana Borja-Santos
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Fonte: PÚBLICO
domingo, 23 de outubro de 2011
3682. Portugal Continental e Arquipélago da Madeira: Tempo instável

sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
3678. Mudança brusca de tempo no continente a partir do fim de semana
A partir de domingo, 23 de Outubro, o tempo em Portugal Continental passará a estar influenciado por sistemas depressionários, com superfícies frontais associadas, localizados entre a Galiza e as Ilhas Britânicas, que acentuarão a mudança significativa do estado do tempo.
Assim, domingo, 23 de Outubro, um sistema frontal deverá dar origem à ocorrência de precipitação no litoral, no início da tarde, que se estenderá gradualmente a todo o País e que ao final da tarde e madrugada de segunda-feira, poderá ser forte e acompanhada de trovoada e granizo. O vento irá aumentar gradualmente de intensidade ao longo do dia, sendo moderado a forte e nas terras altas forte a muito forte, com rajadas da ordem dos 100km.
Após a passagem deste sistema frontal prevê-se a ocorrência de aguaceiros que poderão ser de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela e uma acentuada descida da temperatura, em especial da máxima, na segunda-feira, com valores no norte e centro a variar entre 12ºC e os 15ºC e no sul entre os 16ºC e os 18ºC. A partir de terça-feira, dia 25, prevê-se uma acentuada descida da temperatura mínima que poderá atingir valores abaixo dos 5ºC nalguns locais do interior norte e centro.
Prevê-se que estas condições do estado do tempo, caracterizadas por precipitação por vezes forte e temperaturas consideravelmente inferiores às que se têm registado nos últimos dias, se mantenham durante a semana, esperando-se designadamente para quarta-feira e quinta-feira, dias 26,e 27, a ocorrência de mais um episódio de precipitação forte associado à passagem de novo sistema frontal no território do continente.
O IM sugere o acompanhamento da situação através da sua página de Internet www.meteo.pt
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Fonte: Instituto de Meteorologia
3677. Milhões obrigados a deixar as terras
Catarina Almeida, relatora das Nações Unidas sobre Direitos Humanos, Água e Saneamento, recorda a noite em que chegou ao Bangladesh. "São milhares de pessoas, sem-abrigo, que fugiram para a capital à procura de um futuro melhor", contou ao JN. O fenómeno que se repete em vários países africanos, asiáticos e da América Latina, de gente que deixou de conseguir viver nas terras habitadas durante anos por outros, antes deles.
Os cientistas explicam-no pelas alterações climáticas que, nos últimos 20 anos, fizeram duplicar o número de desastres naturais. Subiram de 200 para 400. "As populações destes locais estavam habituadas à passagem de uma tempestade grave a cada quatro, cinco anos", exemplifica José Luís Monteiro, técnico de projecto da organização não governamental Oikos, que desenvolve projectos de cooperação em muitos dos países afectados, designadamente em Moçambique e na América do Sul. "Actualmente, são confrontadas com o aumento considerável de furacões de categoria quatro e cinco, que não lhes deixa tempo para criar defesas", explicou. "As alterações climáticas estão a acontecer em fast-forward...".
"Raramente há grandes migrações causadas por uma só razão", explicou José Luís Monteiro. "Mas em situações em que há uma economia fraca, qualquer problema ambiental provoca grandes alterações na vida das pessoas", disse.
Os deslocados, vítimas dos desastres naturais que lhes roubaram o lar, acabam por engrossar a população das capitais, fazendo-o em bairros de lata, sem condições de salubridade e em ambientes propícios à proliferação de doenças e da morte. São e permanecerão vítimas das asneiras que outros países fizeram, lembrou há meses o Governo do Bangladesh, clamando por auxílio às nações responsáveis pelas alterações climáticas.
Há 25 milhões de refugiados ambientais, número que poderá duplicar nos próximos cinco anos e atingir 150 a mil milhões, em 2050, calculam as Nações Unidas. A subida do nível do mar, prevêem os investigadores, terá como consequência a contaminação salina de campos agrícolas e dos lençóis de água doce, pondo em risco a agricultura. E há Estados-Ilha no Pacífico que correm o risco de desaparecer, alerta também a comunidade científica.
Maria Cláudia Monteiro
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Fonte: Jornal de Notícias
3676. Tendência climática na Europa (Resumo 6)
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Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, verifica-se que, nas temperaturas acumuladas diariamente, acertaram-se nas previsões feitas para Finike (2 m, Turquia), Jerez de la Frontera (28 m, Espanha), Murcia (62 m, Espanha), Ercan Airport (91 m, Chipre), Antalya (64 m, Turquia), Bodrum / Milas Aeroporto (26 m, Turquia), Moron (88 m, Espanha), Jaskul (-7m, Rússia), Toulose / Blagnac (154 m, França), Grottaglie (69 m, Itália) e Malaga (7 m, Espanha).
Relativamente às precipitações máximas diárias acumuladas diariamente, acertaram-se nas previsões feitas para Locarmo/Monti (380 m, Suiça), Mosstrand Ii (977 m, Noruega), Skagsudde (11 m, Suécia), Leck (17 m, Alemanha), Garmisch-Partenkirchen (719 m, Alemanha), Aultbea (10 m, Grã-Bretanha), Ona Li (15 m, Noruega), Liberec (401 m, Rep. Checa) e Tihvin (61 m, Rússia).
SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
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Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 36 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 40 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 72 %
Primavera de 2011
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média – 52 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média – 80 %
Inverno de 2010/11
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 36 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 40 %
Outono de 2010
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 56 %
Verão de 2010
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 40 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 20 %
Primavera de 2010
Temperatura máxima diária acumulada superior à média – 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média – 32 %
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
3675. Quinta-feira, 20 de Outubro (16h00)
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Leiria (Cidade) – 32,7 ºC
Amareleja – 28,9 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 28,7 ºC
Viana do Alentejo – 28,2 ºC
Alvalade – 28,0 ºC
Coruche (Estação de Regadio do I.N.I.A.) – 27,9 ºC
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Miranda do Douro – 16,8 ºC
Mogadouro – 16,7 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro) – 15,7 ºC
Guarda – 15,6 ºC
Penhas Douradas – 13,9 ºC
Montalegre – 13,5 ºC
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Fonte: Instituto de Meteorologia
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
3674. PORTUGAL CONTINENTAL: Previsão de temporal
Tendo em conta a gravidade do temporal, e às possíveis alterações dos modelos numéricos de previsão do estado do tempo, sugere-se o seguimento das actualizações das previsões meteorológicas no site do Instituto de Meteorologia e as recomendações veiculadas pela Autoridade Nacional de Protecção Civil.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
3672. Barragens: maior hidroelétrica com água em níveis mínimos
À cota máxima, a albufeira pode chegar aos 390 milhões de metros cúbicos de água armazenada e a sua principal missão passa por suprir quebras na produção eléctrica nacional, através dos seus dois grupos geradores que produzem anualmente 933,8 Gigawatt/hora de energia. Tem ainda a maior capacidade de produção instalada em todo o país, que é de 0,63 Gigawatt. Para já, as consequências da falta de água naquela albufeira fazem-se sentir, sobretudo, do outro lado da fronteira.
Aceredo, uma antiga aldeia galega de 40 casas e cem habitantes, voltou por estes dias a ressurgir do fundo da albufeira, do lado espanhol, provocando uma verdadeira viagem ao passado para os antigos moradores.
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Fonte: Expresso
3671. Primeira quinzena de outubro com persistência de temperaturas elevadas
Entre os dias 1 e 15 foram ultrapassados os extremos históricos da temperatura máxima para o mês de Outubro em algumas estações, nomeadamente Bragança com 30.8ºC no dia 12, Lisboa com 33.9ºC no dia 13; Anadia com 35.8ºC no dia 13, Carrazeda de Ansiães com 29.9ºC no dia12 e Mirandela com 33.9ºC no dia 5. A persistência do tempo quente determinou que durante o mesmo período se tenham registado duas ondas de calor, a primeira com inicio ainda durante o mês de Setembro e que se prolongou até 6/ 7 de Outubro, que teve uma duração mínima de 6 dias no Montijo, Lavradio e Sines e duração máxima de 12 dias em Alvega e Alcácer do Sal. A segunda teve início em 9/10 de Outubro e ainda só terminou nas estações do Porto, Setúbal e Sines no dia 14.
Na primeira quinzena de Outubro não se registou precipitação em todo o território do continente, prolongando um período de ausência de precipitação que se havia iniciado em Setembro, mês em que a precipitação no território do continente foi cerca de 65% da média. Esta situação veio agravar a seca meteorológica no continente, que no final da quinzena atingia todo o território, sendo que 1/3 se encontra já em situação de seca severa e extrema, os níveis mais elevados de severidade deste fenómeno.
Prevê-se que a situação de tempo quente se mantenha no decorrer da semana, ainda que se espere que a partir da tarde de amanhã, dia 18, a circulação do ar predomine do quadrante oeste, com neblinas ou nevoeiros matinais no litoral norte e centro e que a temperatura possa ter uma descida a partir de quarta-feira, 19. A partir de dia 23, regista-se uma forte probabilidade para a ocorrência de precipitação em todo o território do continente, também acompanhada de uma tendência para uma descida mais acentuada nas temperaturas (máximas e mínimas).
A persistência do tempo seco e das temperaturas com valores acima da média para esta altura do ano, deve-se à situação meteorológica que afectou o território do continente, caracterizada por um anticiclone de bloqueio localizado sobre a Europa Central e que se estendeu a quase toda a Europa Ocidental, desde a Escandinávia ao Mediterrâneo e da Polónia à Península Ibérica, transportando na sua circulação ar muito quente e seco. Esta situação originou, em Portugal continental, vento em geral fraco de leste e valores baixos da humidade relativa do ar, exceptuando os dias 6 e 7, em que o vento soprou moderado do quadrante norte, por vezes forte no litoral e nas terras altas, tendo-se registado temporariamente uma descida da temperatura.
Apesar de nos últimos 6 anos, à excepção de 2010, ter sido observada uma anomalia positiva da temperatura máxima do ar em Outubro, nomeadamente em 2009 com +2.8ºC, dada a grande variabilidade da temperatura interanual deste mês, não se pode atribuir este aquecimento, por si só, a um efeito da alteração climática. Recorda-se, contudo, que os vários cenários climáticos em Portugal Continental, apontam para uma maior frequência destes episódios e mesmo para uma elevação média da temperatura do ar no Outono.
Também em alguns países do sul da Europa se verificou uma persistência de tempo quente. Tal foi o caso da França onde foram registados recordes de temperatura nos dias 11 e 12 de Outubro com valores acima dos 31ºC.
Consulte esta notícia e o relatório aqui
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Fonte: Instituto de Meteorologia
3670. EDP cede 180 milhões para travar subida de 30% da luz
A palavra de ordem do Executivo era evitar, a todo o custo, a concretização do pior cenário, avançado pelo Diário Económico, que apontava para uma subida dos preços da electricidade na ordem dos 30%. Tudo isto sem prejudicar o valor da EDP, cujo processo de privatização está actualmente a decorrer. A pressionar as contas do Executivo e da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, que hoje divulga a proposta que será submetida ao Conselho Tarifário, sendo depois fixada a 15 de Dezembro, está o agravamento dos custos da energia. Mas, acima de tudo, os encargos que não estão directamente relacionados com o negócio. Uma extensa lista que inclui desde os apoios à produção em regime especial (cogeração e renováveis) até aos custos de manutenção do equilíbrio contratual, um mecanismo de compensação financeira que as centrais da EDP recebem por terem abdicado, no âmbito da liberalização do sector, dos contratos de aquisição de energia que garantiam a venda de toda a produção à REN.
E é precisamente sobre estes contratos de manutenção do equilíbrio contratual que reside a solução encontrada pelo Governo para travar a subida drástica da electricidade no próximo ano.
Francisco Teixeira
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
3669. Camiões cisterna começaram a reforçar reservas de Bragança por 10 mil euros por dia
Rui Caseiro sublinhou que “esta não é nenhuma solução para o problema, mas apenas uma ajuda para minimizar os efeitos negativos que possam ocorrer e para evitar que haja uma ruptura” no abastecimento de água à população. Os autotanques de várias corporações de bombeiros voluntários do distrito de Bragança estão a transportar diariamente cerca de mil metros cúbicos de água tratada que é depositada directamente nos reservatórios. Os cerca de 30 mil habitantes da cidade e aldeias limítrofes abastecidos pelo sistema consumem entre sete a oito mil metros cúbicos por dia.
O Outono sem chuva é apontado como factor responsável por as reservas estarem a esgotar-se, com todas as escorrências secas, tanto as que alimentam as linhas de água que servem de captação alternativa como as da barragem da Serra Serrada. Aquela que é a única reserva de água para abastecimento à população é utilizada apenas a partir do início do verão e tem capacidade para garantir o abastecimento durante meio ano sem chuva, um prazo que se esgota dentro de um mês. Com as reservas a bater no fundo e sem previsões de chuva, a autarquia decidiu avançar com o plano de contingência para evitar o pior e que deverá vigorar por vários dias, de acordo com as estimativas do autarca.
“Há previsões de chuva para o próximo fim-de-semana, mas são previsões de chuvas ligeiras, isso não passará mais do que amaciar o pó, o que nós aguardamos é que chova em quantidades suficientes para que as águas de escorrências quer para a barragem de Serra Serrada, quer para as linhas de água se façam sentir, e então aí haverá condições de terminarmos esta operação”, declarou.
Segundo Rui Caseiro, a autarquia está a tentar que as reservas aguentem, caso contrário seria “uma situação de catástrofe sem capacidade de resposta mesmo a nível nacional”. “Fizemos uma consulta à Protecção Civil nacional e, no caso mais grave de uma situação de ruptura, fomos informados que os custos rondariam 1,8 milhões de euros por mês. Seriam necessários 70 camiões se a barragem bater no fundo e não existem esses meios a nível nacional para fazer face a essa necessidade”, concretizou.
O município não coloca, para já, a adopção de outro tipo de medidas como o racionamento no abastecimento e conta com a colaboração da população que já é visível nos consumos registados, inferiores a igual período do ano passado.
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Fonte: PÚBLICO
3668. Prováveis regiões da Europa com valores inferiores à média (temperatura máxima e precipitação) – III
Aydin (56 m, Turquia)
Sevilha (31 m, Espanha)
Cardark (425 m, Turquia)
Akhisar (93 m, Turquia)
Mostar (108 m, Bósnia-Herzegovina)
Elazig (881 m, Turquia)
Sigonella (22 m, Itália)
Dalaman (5 m, Turquia)
Larissa AP (74 m, Grécia)
Monte Real (54 m, Portugal)
Amendola (60 m, Itália)
Mugla (646 m, Turquia)
Florenze / Peretola (38 m, Itália)
Stip (327 m, Macedonia)
Pantelleria (170 m, Itália)
Tenerife - Los Rodeos (617 m, Espanha)
Santa Maria (100 m, Portugal)
Gela (65 m, Itália)
Horta / Faial (41 m, Portugal)
Angra do Heroísmo (76 m, Portugal)
Grazzanise (10 m, Itália)
Latina (26 m, Itália)
Kefallonia Airport (22 m, Grécia)
Rhodes / Paradissi (11 m, Grécia)
PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
Zugspitze (2962 m, Alemanha)
Bergen / Flesland (50 m, Noruega)
Zonguldak (137 m, Turquia)
Grober Arber (1446 m, Alemanha)
Soervaag / Vagar (61 m, Dinamarca)
Sortland (3 m, Noruega)
Algier / Dar-el-Beida Airport (29 m, Argélia)
Ogulin (328 m, Croácia)
Tunis / Carthage Airport (4 m, Tunísia)
Bodö (13 m, Noruega)
Rojen (1750 m, Bulgária)
Tortosa (50 m, Espanha)
Valência (62 m, Espanha)
Aydin (56 m, Turquia)
Tasiilaq (52 m, Gronelândia)
Barcelona AP (6 m, Espanha)
Skiros AP (28 m, Grécia)
Spadaedam II (286 m, Grã-Bretanha)
Mussala (2927 m, Bulgária)
Luqa (91 m, Malta)
Novo Mesto (213 m, Eslovénia)
Plovdiv (156 m, Bulgária)
Sibenik (75 m, Croácia)
Tver (146 m, Rússia)
3667. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável
domingo, 16 de outubro de 2011
3666. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo variável
ACTUALIZAÇÃO
Imagem de Satélite às 18h45
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
3663. Évora, Bragança, Mirandela e Guarda batem recordes de calor dos últimos 70 anos
"Pensamos que ontem [quinta-feira] foi o dia mais quente de Outubro. Em Lisboa, foi ultrapassado o maior valor para o mês de Outubro. Tivemos em Lisboa 33,9º e o anterior máximo, de 32,4º, foi em 2004. No Porto, registou-se ontem [quinta-feira] 33,1º e o máximo anterior foi de 31,7º em 1980", disse a meteorologista. Considera-se uma onda de calor quando durante pelo menos seis dias consecutivos a temperatura máxima do ar é superior em cinco graus ao valor normal para esse dia, situação que já ocorreu este mês.
De acordo com Vanda Pires, a 26 de Setembro entraram em onda de calor algumas estações, como Alcácer do Sal, Braga e Alvega, uma situação que se manteve até 7 de Outubro. No dia 29 de Setembro, várias estações do Interior Norte e Centro entraram também em onda de calor, que se estendeu até 6 e 7 deste mês, dependendo dos casos. No entanto, as descidas de temperatura registadas no fim-de-semana passado interromperam esta onda de calor, situação que mais recentemente regressou à estação de Sines.
"Hoje, poderão entrar em onda de calor mais 12 estações, tendo em conta as previsões", a maioria delas no Interior do país mas também em Braga ou no Porto, afirmou.
Em termos de previsões, a meteorologista Idália Mendonça disse à Lusa que "amanhã [sábado] o dia vai ser muito semelhante ao de hoje", com o céu a manter-se limpo. No entanto, "poderá haver algumas nuvens altas na região Norte ao final da tarde e, pontualmente, poderá haver descidas de um ou dois graus em alguns locais", embora sábado continue a ser "um dia bastante quente, sobretudo tendo em conta que estamos a meio de Outubro".
As previsões para sábado apontam para os 26 graus em Faro, 29 em Lisboa e Porto e para temperaturas acima dos 30 graus em alguns locais, nomeadamente em Coimbra, Leiria e Braga (32) e em Évora, Portalegre e Beja (31).
No domingo, "a temperatura já poderá descer entre dois a quatro graus em alguns locais" e "vai-se notar em todo o território uma tendência para uma pequena descida da temperatura, sobretudo no litoral a norte do Cabo da Roca, onde haverá condições para nevoeiro ou neblina matinal", explicou Idália Mendonça.
Na segunda-feira, a temperatura deverá voltar a descer, com máximas previstas de 24 graus para o Porto, 28 para Lisboa e 25 para Faro.
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Fonte: Destak
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
3662. PORTUGAL: Dados ponderados para dia 30 de Setembro de 2011
- Simbologia a verde = subiu de valor (Mais quente/Mais húmido no último trimestre)
- Simbologia a encarnado = desceu de valor (Mais fresco/Mais seco no último trimestre)
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Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
19,75 Coimbra (179 m, Portugal)
19,05 Faro (8 m, Portugal)
14,00 Porto Santo (82 m, Portugal)
10,45 Beja / B. Aerea (203 m, Portugal)
9,95 Beja (247 m, Portugal)
9,20 Ovar / Maceda (22 m, Portugal)
2,35 Vila Real (562 m, Portugal)
VALORES NEGATIVOS
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
-2,40 Viseu (644 m, Portugal)
-4,25 Bragança (692 m, Portugal)
-6,50 Monte Real (54 m, Portugal)
-7,00 Lisbon (105 m, Portugal)
-7,10 Portalegre (590 m, Portugal)
-7,80 Lissabon / Geof (95 m, Portugal)
-9,75 Horta / Faial (41 m, Portugal)
-10,55 Sines / Montes Chaos (103 m, Portugal)
-11,25 Porto / Pedras Rubras (77 m, Portugal)
-12,10 Sintra / Granja (130 m, Portugal)
-13,25 Angra do Heroísmo (76 m, Portugal)
-16,55 Castelo Branco (384 m, Portugal)
-19,70 Santa Maria (100 m, Portugal)
-20,75 Flores (29 m, Portugal)
-23,75 Lajes / Terceira (54 m, Portugal)
-28,70 Montijo (11 m, Portugal)
-38,55 Evora (246 m, Portugal)
-74,50 Funchal (56 m, Portugal)
-107,70 Funchal / Madeira (49 m, Portugal)
Precipitação máxima diária acumulada
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Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
49,05 Funchal / Madeira (49 m, Portugal)
44,15 Funchal (56 m, Portugal)
42,05 Porto Santo (82 m, Portugal)
38,45 Sagres (26 m, Portugal)
34,75 Beja / B. Aerea (203 m, Portugal)
30,85 Portalegre (590 m, Portugal)
27,10 Beja (247 m, Portugal)
25,70 Castelo Branco (384 m, Portugal)
22,45 Évora (246 m, Portugal)
22,35 Monte Real (54 m, Portugal)
19,65 Lissabon/Geof (95 m, Portugal)
18,90 Porto / Pedras Rubras (77 m, Portugal)
18,10 Lisbon (105 m, Portugal)
15,05 Vila Real (562 m, Portugal)
14,10 Sines / Montes Chaos (103 m, Portugal)
13,85 Coimbra (179 m, Portugal)
13,60 Flores (29 m, Portugal)
11,05 Bragança (692 m, Portugal)
7,75 Viseu (Portugal)
5,25 Ovar / Maceda (22 m, Portugal)
4,85 Montijo (11 m, Portugal)
2,30 Horta (62 m, Portugal)
2,15 Santa Maria (100 m, Portugal)
Estações meteorológicas em que os últimos doze meses
acumularam valores de precipitação máxima diária
inferiores ao normal
-0,10 Faro (8 m, Portugal)
-2,40 Angra do Heroísmo (76 m, Portugal)
-9,65 Cabo Carvoeiro (34 m, Portugal)
-24,30 Lajes / Terceira (54 m, Portugal)
-42,20 Sintra/Granja (130 m, Portugal)
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Este Verão, considerando as temperaturas máximas diárias acumuladas diariamente, apresentou-se normal a quente no território do país, com excepção das regiões do interior centro e sul de Portugal Continental, onde os valores de temperatura máxima ficaram inferiores aos valores normais para a época do ano.
Relativamente à precipitação, o Verão foi normal a húmido em todo o território nacional, tendo em conta os valores máximas de precipitação ocorridos diariamente e acumulados ao longo de todo o período; apenas Santa Maria (Açores) apresentou valores inferiores à média para o período considerado.
3661. Quinta-feira, 13 de Outubro (16h00)
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Alvega – 36,0 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 35,9 ºC
Tomar (Valdonas) – 35,8 ºC
Avis (Benavila – Escola Abreu Callado) – 35,8 ºC
Coruche (Estação de Regadio do I.N.I.A.) – 35,6 ºC
Coimbra (Bencata) – 35,3 ºC
Amareleja – 35,3 ºC
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Viana do Castelo (Chafé) – 25,3 ºC
Figueira da Foz (Vila Verde) – 24,8 ºC
Foía – 24,1 ºC
Penhas Douradas – 24,0 ºC
Cabo Carvoeiro – 23,4 ºC
Cabo Raso – 23,3 ºC
Areeiro (Madeira) – 13,6 ºC
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Fonte: Instituto de Meteorologia
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
3660. Quarta-feira, 12 de Outubro (16h00)
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Alvalade – 35,5 ºC
Alvega – 35,1 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 34,9 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 34,5 ºC
Santarém (Cidade) – 34,2 ºC
Leiria (Cidade) – 34,2 ºC
Amareleja – 34,2 ºC
Viana do Alentejo – 34,2 ºC
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Penhas Douradas – 24,6 ºC
Foía – 24,0 ºC
Penhas Douradas – 23,5 ºC
Cabo Raso – 22,8 ºC
Aveiro (Universidade) – 21,4 ºC
Cabo Carvoeiro – 20,8 ºC
Areeiro (Madeira) – 15,9 ºC
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Fonte: Instituto de Meteorologia
3659. BARRAGEM DO TUA: BE leva abate de sobreiros e azinheiras à Comissão Europeia
O governo português autorizou, na segunda-feira, o abate de 1.104 sobreiros (935 adultos, 169 jovens) e 4.134 azinheiras (3.174 adultas e 960 jovens) para dar lugar à primeira fase da barragem da Foz do Tua. Na iniciativa parlamentar dirigida à Comissão Europeia, a eurodeputada Marisa Matias recorda que “estas duas espécies estão sob ameaça e que são protegidas pela directiva europeia habitats, sendo consideradas como muito importantes para a conservação da biodiversidade”.
“O próprio despacho governamental a autorizar o abate refere que se tratam de ‘povoamentos e de pequenos núcleos com valor ecológico elevado’ destas espécies”, sublinha. A eurodeputada considera ainda que “este abate afita de modo irreversível o património natural da região e coloca em causa a protecção europeia destas espécies".
Marisa Matias aproveita também para questionar a Comissão Europeia sobre quando pretende tornar público o estudo técnico sobre o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico, pago com dinheiros públicos. A barragem de Foz Tua começou a ser construída em Fevereiro, em Trás-os-Montes, na confinação dos distritos de Bragança e Vila Real, e deverá começar a produzir electricidade em 2015
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Fonte: Destak
terça-feira, 11 de outubro de 2011
3658. Europa (Tendência climática)
(acumuladas em doze meses)
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Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
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2 Caceres (405 m, Espanha) 11,00 (igual)
3 Beja / B. Aerea (203 m, Portugal) 11,00 (igual)
4 Ajaccio / Campo Oro (9 m, França) 9,75 (igual)
5 Carsamba / Samsun (7 m, Turquia) 9,00 (subiu)
6 Iraklion (39 m, Grécia) 8,00 (subiu)
7 Zenica (348 m, Bósnia Herzegovina) 8,00 (subiu)
8 Naxos (9 m, Grécia) 8,00 (subiu)
9 Toulose / Blagnac (154 m, França) 8,00 (subiu)
10 Flug.Bale-Mulhouse (271 m, França) 8,00 (subiu)
11 Zaragoza (258 m, Espanha) 7,75 (desceu)
12 Coimbra (179 m, Portugal) 7,75 (subiu)
13 Granada AP (570 m, Espanha) 7,00 (subiu)
14 Lisbon (105 m, Portugal) 7,00 (desceu)
15 Mont-de-Marsan (60 m, França) 7,00 (subiu)
16 Zonguldak (137 m, Turquia) 7,00 (subiu)
17 Seimovic (200 m, Rússia) 7,00 (desceu)
18 Tenerife-L.Rodeos (617 m, Espanha) 7,00 (subiu)
19 Leskovac (232 m, Sérvia) 7,00 (subiu)
20 Le Luc (82 m, França) 7,00 (subiu)
21 Parma (51 m, Itália) 7,00 (subiu)
22 Santander (59 m, Espanha) 7,00 (subiu)
23 Toul./Francazal (166 m, França) 7,00 (subiu)
24 Ercan Airport (91 m, Chipre) 6,75 (desceu)
25 Beja (247 m, Portugal) 6,50 (desceu)
Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
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2 Samos AP (7 m, Grécia) 11,00 (igual)
3 Lamia (144 m, Grécia) 11,00 (subiu)
4 St Petersburg/Pul.(6 m, Rússia) 11,00 (subiu)
5 Innsbruck AP (584 m, Áustria) 10,00 (subiu)
6 Lienz (666 m, Áustria) 9,75 (subiu)
7 Mostar (108 m, B.Herzegovina) 9,00 (subiu)
8 Podgorica (33 m, Montenegro) 9,00 (subiu)
9 Dubrov. Cilipi (165 m, Croácia) 9,00 (subiu)
10 Vigo/Peinador (255 m, Espanha) 9,00 (subiu)
11 Bregenz (439 m, Áustria) 9,00 (subiu)
12 Bingol (1177 m, Turquia) 9,00 (subiu)
13 Malaga (7 m, Espanha) 9,00 (subiu)
14 Gela (65 m, Itália) 9,00 (subiu)
15 Piacenza (138 m, Itália) 9,00 (subiu)
16 Funchal/Mad. (49 m, Portugal) 9,00 (subiu)
17 Istrana (46 m, Itália) 9,00 (desceu)
18 Vangsnes (51 m, Noruega) 9,00 (subiu)
19 Bandirma (42 m, Turquia) 9,00 (subiu)
20 Cardak (425 m, Turquia) 9,00 (subiu)
21 Lough Fea (227 m, G.B retanha) 9,00 (subiu)
22 Mitilini (5 m, Grécia) 9,00 (subiu)
23 Porto Santo (82 m, Portugal) 9,00 (subiu)
24 Ustika (251 m, Itália) 9,00 (subiu)
25 Razgrad (347 m, Bulgária) 9,00 (subiu)
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
3657. Marinha admite contratações de nadadores salvadores fora da época balnear tradicional
A eventual contratação permite assegurar "uma vigilância nestes períodos anormais de boas condições da prática balnear para no mês de Outubro”. O presidente da Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (FEPONS) admitiu hoje à Lusa que vão existir "alguns incidentes" nas praias dadas as altas temperaturas que se têm feito sentir e sugeriu um novo modelo de vigilância.
A Marinha recordou que os presidentes das autarquias formalizam propostas para definirem períodos para as praias do seu concelho. “Por sua vez com a concordância das respectivas Administrações Regionais Hidrográficas, são submetidos esses períodos à Comissão sob a égide do Instituto da Água que definirá os períodos das épocas balneares a nível nacional”, refere a instituição.
A Marinha aproveitou para relembrar a necessidade dos banhistas cumprirem as regras como “única forma de salvaguardarem a sua segurança e a dos seus, principalmente fora da época balnear em que a segurança das praias é menor, e muitas praias já não são vigiadas, não dispondo portanto de nadadores salvadores nem de qualquer tipo de sinalização relativa ao estado de perigosidade do mar”. Para os nadadores salvadores, um melhor sistema de vigilância seria através da aplicação de uma taxa municipal a cobrar ao comércio que vive do turismo, "com critérios justos". Com esse financiamento, os serviços de protecção civil das autarquias contratariam os nadadores através das associações certificadas. A vigilância aconteceria durante todo o ano e acabariam as praias frequentadas, mas que não são vigiadas, depois de uma análise técnica.
Em estatísticas apresentadas pela FEPONS, referentes a 2009, há quase tantas mortes por afogamentos na época balnear, como fora. De um total de 68 mortes, 31 ocorreram fora da época balnear. Oficialmente a época balnear funciona entre 01 de Junho a 30 de Setembro, no entanto os presidentes de câmara podem solicitar a alteração das datas, como tem acontecido no Algarve.
Fonte: Destak
domingo, 9 de outubro de 2011
3656. Ranking Meteorológico Europeu (Maiores desvios à média nos últimos 12 meses até 30.09.2011)
(Temperatura máxima absoluta acumulada diariamente)
comparação ao normal ao longo de cada ano/
variação com o último trimestre
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
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J. de la Frontera (28 m, Espanha) - 214,35 (+ 35,25 %); desceu
Bolzano (241 m, Itália) - 150,55 (+ 68,74 %); igual
Moron (88 m, Espanha) - 144,70 (+ 23,12 %); subiu
Murcia (62 m, Espanha) - 144,65 (+ 24,48 %); subiu
Hierro AP (32 m, Espanha) - 131,90 (+ 20,55 %); desceu
L.Palmas-Gando (47 m, Espanha) - 123,90 (+ 13,62 %); igual
Horta (62 m, Portugal) - 99,00 (+ 66,89 %); igual
Iskenderun (4 m, Turquia) - 93,35 (+ 20,79 %); desceu
Silifke (15 m, Turquia) - 93,20 (+ 13,83 %); desceu
Zenica (348 m, B. Herzegovina) - 80,25 (+ 69,18 %); subiu
BALANÇO ENTRE 01.010.2010 E 30.09.2011
Kanger.- Sdr. Stroem (53 m, Gronel.) - 572,05 (+ 61,05 %); igual
Thule/Qanaq (14 m, Gronelândia) - 509,00 (+ 40,36 %); subiu
Jungfraujoch (3576 m, Suiça) - 421,75 (+ 31,15 %); subiu
Jakobshavn (31 m, Gronelândia) - 336,15 (+ 59,50 %); desceu
Constable Pynt (10 m, Gronelândia) - 320,45 (+ 46,78 %); subiu
Hopen (10 m, Noruega) - 269,45 (+ 37,37 %); desceu
Sura (62 m, Rússia) - 222,35 (+ 63,53 %); subiu
Lovozero (162 m, Rússia) - 213,10 (+ 58,71 %); subiu
Svalb.Longyear (29 m, Noruega) - 204,60 (+ 43,62 %); subiu
Kautokeino (307 m, Noruega) - 199,75 (+ 48,48 %); subiu
Ny Alesund (18 m, Noruega) - 195,10 (+ 35,41 %); subiu
Kojnas (64 m, Rússia) - 193,25 (+ 60,77 %); desceu
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(Precipitação máxima acumulada diariamente)
variação com o último trimestre
VALORES ABSOLUTOS E EM PERCENTAGEM
Funchal / Madeira (49 m, Portugal) - 49,05 (+ 48,56 %); subiu
Algier / Dar-el-Beida Airport (29 m, Argélia) - 46,80 (+ 42,94 %); subiu
Eik Hove (66m, Noruega) - 45,90 (+ 17,45 %); subiu
Funchal (56 m, Portugal) - 44,15 (+ 42,86 %); subiu
Porto Santo (82 m, Portugal) - 42,05 (+ 60,94 %); subiu
Bandirma (42 m, Turquia) - 40,85 (+ 52,37 %); subiu
Sagres (26 m, Portugal) - 38,45 (+ 65,17 %); subiu
S. Maria de Leuca (112 m, Itália) - 38,30 (+ 51,07 %); desceu
Rostock-War. (10 m, Alemanha) - 37,95 (+ 75,90 %); subiu
Capri (161 m, Itália) - 37,85 (+ 55,66 %); desceu
Alanya (6 m, Turquia) - 37,85 (+ 26,65 %); subiu