quarta-feira, 28 de março de 2018

6678. Previsão especial de Páscoa

PORTUGAL CONTINENTAL – No período compreendido entre 29 de Março e 02 de Abril, o estado do tempo irá ser condicionado pela passagem sucessiva de superfícies frontais, com ocorrência de precipitação, em especial nas regiões Norte e Centro, e vento por vezes forte do quadrante oeste.
Neste período, destaca-se o dia 30, sexta-feira, com ocorrência de precipitação persistente e queda de neve acima de 600/800 metros nas regiões Norte e Centro. Também neste dia, o vento do quadrante oeste poderá soprar com rajadas até 70 km/h no litoral e nas terras altas. Haverá agitação marítima forte na costa ocidental, com ondas de noroeste com 4 a 5 metros.
No domingo de Páscoa, a precipitação forte regressará no final do dia à região Norte e estender-se-á gradualmente às restantes regiões no dia 02. A queda de neve deverá ocorrer nos pontos mais altos da serra da Estrela. O vento será do quadrante sul mais intenso no final de domingo nas terras altas.
Entre o dia 29 de Março e 02 de Abril, a temperatura máxima irá variar entre 15 e 18 ºC na generalidade do território, variando entre 5 e 10 ºC no interior Norte e Centro. A temperatura mínima será inferior a 10ºC em todo o continente, podendo variar entre -3 e 0ºC nas terras altas do interior Norte e Centro, em especial nos dias 30 e 31.
ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES – Entre os dias 27 e 29 de Março, o estado do tempo nos Açores deverá ser relativamente estável, com períodos de céu muito nublado com abertas e o vento a soprar moderado do quadrante norte. Deverá ocorrer temporariamente alguma precipitação na terça-feira (dia 27) nos Grupos Ocidental e Central e que se estenderá na madrugada e manhã de quarta-feira (dia 28) ao Grupo Oriental. A partir do dia 30, espera-se um agravamento do estado do tempo, a começar pelo grupo Ocidental, com o vento a soprar por vezes forte de sudoeste com rajadas entre 70 a 80 km/h e deverá ocorrer precipitação – esta situação deverá estender-se às restantes ilhas a partir do dia 31. Assim, para os dias 31 de Março (sábado) e 1 de Abril (domingo) deverão ocorrer aguaceiros em todas as ilhas e o vento deverá soprar por vezes forte com rajadas entre 70 a 80 km/h.
A partir de quarta-feira, dia 28, espera-se uma descida da temperatura do ar em todas as ilhas.
ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA – No período compreendido entre 29 de Março e 02 de Abril, o estado do tempo irá ser condicionado essencialmente pelo anticiclone localizado a oes-sudoeste dos Açores, que irá enfraquecer temporariamente permitindo a passagem de superfícies frontais, em especial nos dias 29 de Março e 01 de Abril.
Neste período irá predominar a nebulosidade e a ocorrência de precipitação será em especial nas vertentes norte e terras altas da ilha da Madeira. O vento será do quadrante norte, soprando temporariamente do quadrante oeste no dia 01, e com mais intensidade nos dias 29 e 30 de Março e 01 de Abril.
A temperatura mínima deverá variar entre 11 e 15ºC e a máxima entre 17 e 22ºC, com excepção das terras altas, onde a temperatura será mais baixa, com a mínima a oscilar entre 0 e 8ºC e a máxima entre 6 e 13ºC.
No dia 30 de Março, a agitação marítima irá aumentar, com ondas de noroeste com 4 a 5 metros na costa norte do arquipélago.
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 26 de março de 2018

6677. RANKING EUROPEU: Tendência climática para a Primavera de 2018

PRIMAVERA 2018
(Abril/Maio/Junho)
  Tendência climática para o segundo trimestre de 2018
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TEMPERATURAS MÁXIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas máximas diárias superiores aos valores máximos normais deste trimestre.
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TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas mínimas diárias inferiores aos valores mínimos normais deste trimestre.
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com precipitações máximas diárias superiores aos valores máximos diários normais deste trimestre.
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 Prováveis regiões da Europa
com valores INFERIORES à média
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PRIMAVERA 2018
(Abril/Maio/Junho)
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TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos calor
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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos frio 
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para uma diminuição da precipitação
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quarta-feira, 21 de março de 2018

6674. Quarta-feira, 21 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Aeródromo do Corvo (Açores): 17,4ºC
Aeródromo da Graciosa: 17,4 ºC
Aeródromo do Pico (Açores): 17,4 ºC
Faro (Aeroporto): 8,2 ºC
Cabo Carvoeiro: 7,9 ºC
Lisboa (Geofísico): 7,7 ºC
Almada (P. Rainha): 7,7 ºC
Cabo Raso: 7,1 ºC
Vila Real de Santo António: 6,9 ºC
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Mirandela: - 2,4 ºC
Chaves (Aeródromo): - 2,8 ºC
Bragança: - 3,2 ºC
Montalegre: - 3,3 ºC
Penhas Douradas: - 3,5 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 4,3 ºC
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Fonte: IPMA

terça-feira, 20 de março de 2018

6673. RELATÓRIO: Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro em Portugal Continental

Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental by saudeoralPT on Scribd

6672. PORTUGAL: Tendência climática para o 2º trimestre de 2018



Para o 2º trimestre deste ano (Abril, Maio e Junho) espera-se que, a nível nacional, as temperaturas máximas absolutas acumuladas diariamente venham a ficar abaixo relativamente à média normal para o trimestre (-12,98); também as precipitações máximas absolutas acumuladas diariamente deverão vir a ser inferiores relativamente à média normal para o trimestre (-22,98).
Relativamente às previsões realizadas para o 2º trimestre do ano passado, espera-se para 2018 mais calor (+0,74) e menos precipitação (-4,64). Futuramente procurar-se-á fazer esta comparação a partir da média de uma série de anos, em vez de comparar apenas com o ano anterior.

domingo, 18 de março de 2018

6671. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Segunda-feira, 19 de Março de 2018_18h00UTC
Fonte: MetOffece
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O estado do tempo em Portugal Continental estará condicionado esta segunda-feira pela passagem de uma superfície frontal fria que percorrerá o território do continente de norte para sul. Assim, espera-se um aumento de nebulosidade e ocorrência de precipitação a partir das primeiras horas nas regiões do norte, progredindo progressivamente para as regiões do centro e para as regiões do sul, ao mesmo tempo que vai perdendo actividade.
Após a passagem da superfície frontal fria, o vento rodará para o quadrante norte, tornando-se moderado a forte, aumentando a sensação de frio e acompanhando a diminuição da temperatura do ar, e a instabilidade reduzir-se-á significativamente.

quinta-feira, 15 de março de 2018

6670. Derrocada na falésia da Praia da Ursa

Uma pessoa morreu na sequência de uma derrocada na praia da Ursa, em Sintra. Uma outra mulher ficou ferida com gravidade. Ambos estariam a acampar na praia da altura em que se desprenderam algumas rochas da arriba.
A vítima mortal é um cidadão de nacionalidade brasileira, de cerca de 40 anos. Para o local foi accionado um helicóptero da Força Aérea, que retirou da praia de difícil acesso uma mulher ferida, de nacionalidade alemã. A vítima, de 40, foi transportada para o Hospital de S. José e está estável apesar de apresentar vários traumatismos.
O grupo, no total de cinco pessoas, estavam a acampar na praia, "numa zona de imenso perigo", no sopé de uma arriba de cerca de 150 metros, como relata o comandante da capitania do Porto de Cascais, em declarações aos jornalistas. Os restantes três elementos do grupo, que não ficaram feridos, saíram do local pelo próprio pé.
O comandante revelou que deveria estar uma placa de perigo na praia da Ursa, mas admitiu que ela foi vandalizada. No entanto, refere que entre esta praia e o cabo da Roca, há cerca de uma dezena de placas a sinalizar o perigo de queda de arribas.
Os técnicos da Agência Portuguesa do Ambiente estão agora a proceder a uma avaliação da praia, para avaliar da necessidade de interditar ou não o areal.
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6669. Falta de estrutura responsável explica múltiplas vítimas em Pedrógão

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terça-feira, 13 de março de 2018

6665. PORTUGAL CONTINENTAL: Análise sinóptica e tendência do estado do tempo

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Quinta-feira, 14 de Março de 2018_12h00UTC
Fonte: MetOffice
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O território de Portugal Continental estará condicionado, a partir desta noite, pela aproximação e passagem de um sistema frontal associado a uma depressão centrada a noroeste da Península Ibérica e que se desloca para as ilhas britânicas, afastando-se de Portugal Continental (tempestade Gisele).

Assim, espera-se que a partir desta noite haja um aumento de nebulosidade e ocorrência de precipitação, estendendo-se do litoral para o interior; o vento tornar-se-á moderado a forte, com rajadas, em especial no litoral e nas terras altas.

Para manhã espera-se períodos de chuva, que poderá por vezes serem fortes e acompanhados de trovoadas especialmente nas regiões do norte e centro, passando para regime de aguaceiros para o final do dia, que serão de neve nas terras altas; o vento tornar-se-á moderado a forte, com rajadas, em especial no litoral e nas terras altas.
As condições de instabilidade estender-se-ão ao longo dos próximos dias, com ocorrência de aguaceiros, podendo ser acompanhados de trovoadas, e com queda de neve nas terras altas. A temperatura do ar tenderá a diminuir.

segunda-feira, 12 de março de 2018

6664. Depressão Gisele vai agravar temporal nos Açores

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) informou que, na terça-feira, a depressão Gisele estará a norte dos Açores, pelo que se prevê um aumento da intensidade e da agitação marítima no arquipélago.
O vento deverá soprar forte com rajadas até 110 quilómetros por hora nos grupos ocidental (Flores e Corvo) e central (Terceira, São Jorge, Pico, Graciosa e Faial) e até 100 quilómetros por hora nas ilhas do grupo oriental (São Miguel e Santa Maria). "Também na terça-feira se prevê um aumento da agitação marítima com ondas entre sete a oito metros e altura significativa no grupo ocidental e central, e seis a sete metros nas ilhas do grupo oriental", explicou ainda o meteorologista, acrescentando que o IPMA emitiu aviso laranja de vento e agitação marítima para os grupos ocidental e central, e aviso amarelo nas ilhas do grupo oriental.
Estes avisos "serão válidos para terça-feira e até às primeiras horas de quarta-feira", segundo Carlos Ramalho. As previsões apontam ainda para a possibilidade de ocorrência de períodos de chuva em todas as nove ilhas.
O aviso amarelo, o segundo menos grave de uma escala de quatro, revela situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica. Já o aviso laranja é o segundo mais grave da mesma escala.
Devido a estas previsões, o Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) emitiu um alerta a recomendar que sejam tomadas medidas de autoprotecção, como a consolidação de telhados, portas e janelas ou ainda o reforço das amarrações das embarcações ou mudança dos barcos para local seguro. A Protecção Civil dos Açores pede ainda que sejam guardados os objectos soltos de jardim, alertando que mesmo os leves podem ser projectados pelo vento forte e causar grandes prejuízos materiais e até acidentes pessoais graves.
Aos automobilistas é recomendado especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas e são desaconselhadas actividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos ou passeios à beira mar.
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Fonte: TSF

sábado, 10 de março de 2018

6662. Tempestade FELIX: Período crítico a partir das 18h00

Às 12UTC de hoje, dia 10 de Março, a depressão complexa "Felix" estava localizada aproximadamente em 43ºN 17ºW, em deslocamento para es-nordeste, prevendo-se que às 24UTC, se centre a noroeste da Galiza, em 46ºN 10ºW, altura em que estará mais próximo de território do continente. A partir da madrugada, ela irá deslocar-se gradualmente para nordeste.
Assim, durante a tarde de hoje, prevê-se uma intensificação considerável do vento e em particular a partir das 18UTC e até aproximadamente às 03UTC de amanhã dia 11, as rajadas na generalidade do território poderão atingir 85 km/h, e em particular no Minho e Douro Litoral, poderão atingir valores da ordem de 100/120 km/h. A partir dessa hora o vento deverá diminuir gradualmente de intensidade, embora permaneça moderado a forte e com rajadas, sobretudo no litoral e nas terras altas. Salienta-se ainda, em particular na costa ocidental, a possibilidade de ocorrência de fenómenos extremos de vento localizados, aos quais poderão estar associados valores de rajadas superiores aos mencionados.
Haverá igualmente um aumento da agitação marítima na costa ocidental durante a tarde de hoje dia 10. Inicialmente as ondas serão de oes-sudoeste com 4 a 6 metros de altura significativa, aumentando gradualmente para 7 a 8 metros a partir da madrugada de dia 11, podendo atingir 14 metros de altura máxima, e passando a ondas de oes-noroeste. A partir do meio da tarde de dia 11, o mar deverá diminuir gradualmente, mantendo-se no entanto em situação de aviso meteorológico.
No Continente, prevêem-se aguaceiros, que poderão ser localmente fortes e de granizo, em particular nas regiões Norte e Centro, acompanhados de trovoada. A partir do meio da manhã de dia de dia 11, os aguaceiros tendem a diminuir de intensidade, e tornar-se pouco frequentes na região Sul.
No arquipélago da Madeira, as ondas serão de noroeste com 4 e 5 metros de altura significativa, aumentando para 5 a 6 metros durante noite de dia 11.
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Fonte: IPMA

6661. Proteção Civil à espera de cheias

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6660. Aviso vermelho para a costa portuguesa

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6659. Quatro pessoas realojadas na Madeira

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sexta-feira, 9 de março de 2018

6658. Inundações, queda de árvores, obstrução das vias, abatimento de pisos e mais de 400 ocorrências: um dia de Felix

A chuva manifestou-se forma intensa nas últimas horas com a tempestade Félix. Os primeiros estragos resultantes desta depressão que vem do mar começaram a ser reportados esta madrugada, principalmente no sul. Chuva muito forte, rajadas de vento e agitação marítima intensa fizeram com que a Protecção Civil tenha recebido cerca de 450 ocorrências entre as 00h e as 18h30. “A maior parte das situações reportadas estava associadas a inundações na via pública e no domicílio, quedas de árvores e ramos e obstrução das vias”, diz ao Expresso fonte da Protecção Civil.
Os distritos mais afectados pela depressão são Lisboa, Santarém, Setúbal e Castelo Branco. Na capital há relatos de muitas inundações na via pública, abatimento de solo e deslizamento de massas. Devido à chuva forte, o piso abateu nalguns locais, como na Rua do Arco do Carvalhão (Campo de Ourique), Rua de Angola (freguesia dos Anjos) e Rua Garret (Baixa), onde houve um abatimento de piso devido à erosão do terreno da calçada. Devido ao mau tempo, a Torre de Belém vai continuar de portas fechadas.
Em Vila Franca de Xira também ocorreu um deslizamento de terreno que levou ao corte da estrada N10 durante algumas horas. “A situação já está regularizada”, diz fonte da Protecção Civil. Em Setúbal registou-se mais a queda de árvores do que inundações.
No total, foram reportadas 203 inundações em todo o país e a chuva forte obrigou o corte de algumas estradas. “É possível que existam estradas municipais e no interior que tenham sido cortadas devido à queda de árvores, mas são situações que rapidamente são resolvidas”, clarifica a Protecção Civil.
O mau tempo também afectou o arquipélago da Madeira. Até às 12h30, com rajadas que chegaram a atingir os 118km/h, a torre de controlo do aeroporto não tinha realizado nenhuma operação aérea. Foram cancelados pelo menos 26 voos. O trânsito em Santa Cruz está bastante condicionado devido à queda de árvores nas estradas.
As fortes rajadas de vento e a chuva forte têm causado mais estragos no sul mas a previsão é que durante o fim-de-semana esta depressão passe para o centro e o norte. “No Porto temos oito ocorrências. Em Lisboa 219. Temos estado a presenciar a evolução desta depressão mais a sul mas, pelo que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) nos disse, ao longo do dia de sábado ela vai passar para a zona do litoral centro e norte, podendo afectar mais a zona do Porto”, refere a mesma fonte da Protecção Civil.
O mau tempo vai prolongar-se nas próximas horas e está a motivar avisos laranja por parte do IPMA e alertas das autoridades marítimas para o estado do mar, onde as ondas podem chegar aos 15 metros.
A Protecção Civil fez algumas recomendações para nos prepararmos para o mau tempo. Primeiramente, é necessária a limpeza dos sistemas de escoamento para evitar inundações. “Tivemos um longo período sem precipitação e é normal que as pessoas não as limpem tão regularmente. Mas agora é mesmo necessário que o façam”, clarificou a Protecção Civil. Os condutores precisam de ter cuidado com o piso escorregadio e molhado, precisando de adoptar uma condução defensiva e uma velocidade adequada às condições atmosféricas.
Evitar as zonas inundadas e a zona costeira são outros dos conselhos dados e, embora possa parecer óbvio, “existem pessoas que querem ver o estado do mar, que está realmente agitado, com ondas a atingirem uma altura significativa, e não é mesmo nada apropriado”. Averiguar as estruturas que possam estar soltas nas ruas e que possam ser arrastadas pelas rajadas de vento é outra das recomendações. “Assim evitamos mais estragos e até lesões em pessoas.”
As pessoas que morem em habitações mais térreas devem fazer a protecção da entrada das suas casas com sacos de areia para evitarem que a água entre dentro das mesmas.
Soraia Pires
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Fonte: Expresso

6657. LISBOA: Descargas eléctricas atmosféricas

Descargas eléctricas atmosféricas entre as 07h00 e as 09h00
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Fonte: IPMA

6656. PORTUGAL CONTINENTAL: Temporal a partir do final da tarde de Sexta-feira

Carta Sinóptica de Superfície prevista para
Sábado, 10 de Março de 2018_00h00
Fonte: MetOffice
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O estado do tempo estará hoje condicionado pelo cavamento de um centro de baixas pressões a noroeste da Península Ibérica (Tempestade baptizada de FELIX), que originará instabilidade atmosférica que afectará o território de Portugal Continental e dos arquipélagos dos Açores e da Madeira.
Assim, várias linhas de instabilidade girando em torno do núcleo depressionário atravessarão o território de Portugal Continental, particularmente a partir da noite de Sexta-feira para Sábado. As precipitações tornar-se-ão frequentes, podendo ser fortes e acompanhadas de trovoadas durante a passagem das linhas de instabilidade. O cavamento da depressão ao longo desta Sexta-feira irá reflectir-se também num aumento da intensidade do vento, que tornar-se-á moderado a forte, com rajadas muito fortes, do quadrante sudoeste, podendo originar fenómenos excepcionais de ventos extremos. No mar espera-se também uma forte ondulação.
Esta instabilidade será particularmente sentida também na noite de Sábado para Domingo, prevendo-se um desanuviamento do temporal a partir da tarde de Domingo, com o deslocamento para nordeste do centro de baixas pressões.

quinta-feira, 8 de março de 2018

6655. MAU TEMPO: Caíram 18 arribas no Algarve desde início de tempestade

A AMN pediu à população para se afastar das arribas e de zonas de costa rochosas afectadas, "evitar passeios tanto junto à base, como no topo destes locais" e "cumprir e respeitar a sinalização e as indicações das autoridades".

A queda de uma arriba na praia dos Careanos, em Portimão, na terça-feira, foi o 18.º desmoronamento registado na costa do barlavento algarvio desde o início do mau tempo, revelou hoje a Agência Portuguesa do Ambiente (APA). A APA é a entidade pública responsável pela monitorização das arribas e falésias da costa do Algarve e explicou que esse é um trabalho de "rotina" que faz todo o ano, mas é "densificado" quando se verificam condições meteorológicas adversas ao nível da precipitação e da agitação marítima.
"Durante o período da referida tempestade, entre 28 de Fevereiro e [terça-feira] 06 de Março, foram já identificados 18 desmoronamentos das arribas, nos concelhos de Albufeira, Lagoa e Portimão. O desmoronamento de ontem [terça-feira] na praia dos Careanos corresponde ao 18.º e foi a derrocada de maiores dimensões associada a este evento, mobilizando volume de cerca de 200 metros cúbicos" de detritos, quantificou a APA num comunicado. A mesma fonte anunciou que vai manter a "rotina de observação e registo" das arribas até Maio, para definir antes do início da época balnear se é necessário intervir com máquinas para estabilizar zonas que apresentem risco elevado de desmoronamento.
Além das "intervenções tendentes a minorar o risco associado à geodinâmica das arribas" e "eventuais derrocadas controladas", será também feito até ao início da época balnear "o reforço da sinalização" ou a "implantação de balizamento". A APA reiterou a necessidade de ter em conta que as arribas são "naturalmente instáveis" e as pessoas devem "evitar permanecer e/ou circular na sua base ou no topo, particularmente durante estes episódios" de mau tempo. "Nos períodos de incidência de agitação marítima, de tempestade ou de forte precipitação, as campanhas de observação são densificadas, uma vez que os eventos de desmoronamento das arribas são frequentemente desencadeados durante esses episódios", justificou.
O organismo público precisou que, como "autoridade de gestão costeira do Algarve, iniciou a observação e registo de desmoronamentos em 1995" e, "desde 2002, como rotina, anualmente são realizadas campanhas de observação por terra, mar (a bordo de embarcação com a Autoridade Marítima) e ar (a bordo de uma aeronave)". Na terça-feira, foi registada a última derrocada, quando uma arriba com cerca de 10 metros de altura se desmoronou na praia dos Careanos, em Portimão, no Algarve, sem registo de vítimas, disse na ocasião à agência Lusa o capitão do porto local. "A ocorrência foi ouvida e testemunhada por pessoas que telefonaram para nós a dizer o que tinha acontecido, foi-nos logo reportado que não estaria lá ninguém, mas de qualquer dos modos fomos confirmar", disse o capitão do porto de Portimão, frisando que ninguém foi atingido.
Já na segunda-feira, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) alertou a população para a possibilidade de derrocadas de arribas e costas rochosas, por a sua estabilidade poder ter sido afectada pelo mau tempo, estendendo o alerta a "toda a população do continente, Madeira e Açores, e em particular à costa sul algarvia".
A AMN pediu à população para se afastar das arribas e de zonas de costa rochosas afectadas, "evitar passeios tanto junto à base, como no topo destes locais" e "cumprir e respeitar a sinalização e as indicações das autoridades".
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6654. Tornado de Viana do Castelo confirmado pelo IPMA

No passado domingo, alguns habitantes de Viana do Castelo avistaram o que julgavam, pela sua forma, ser um tornado. A formação foi entretanto analisada pelo Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) que, depois de verificar os radares, confirmou ao Notícias ao Minuto que, de facto, o fenómeno meteorológico ocorreu.
O tornado, registado às 17h25, teve início no mar e deslocou-se para terra, nomeadamente para o Monte de Santa Luzia, mas não provocou danos materiais ou vítimas. 
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quarta-feira, 7 de março de 2018

6653. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável (18h03)

6652. Quarta-feira, 7 de Março (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Porto Moniz (Madeira): 18,8 ºC
Cabo Carvoeiro: 9,3 ºC
Sines: 8,2 ºC
Lisboa (Geofísico): 7,6 ºC
Faro (Aeroporto): 6,9 ºC
Barreiro (Lavradio): 6,8 ºC
Castro Marim (R.N. Sapal): 6,5 ºC
Lisboa (G. Coutinho): 6,5 ºC
Aveiro (Universidade): 6,5 ºC
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Moimenta da Beira: - 0,7 ºC
Sabugal (Martim Rei): - 0,7 ºC
Mirandela: - 1,4 ºC
Chaves (Aeródromo): - 1,4 ºC
Montalegre: - 1,8 ºC
Penhas Douradas: - 2,1 ºC
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Fonte: IPMA

6651. Chuva com congelação (27 fev 2018) – tem fotografias para partilhar?



No passado dia 27 de Fevereiro de 2018, o continente foi afectado por um fenómeno pouco frequente em território nacional – a ocorrência de chuva com congelação. Este fenómeno consiste na congelação sobre estruturas que se encontram a temperaturas negativas (telhados, árvores, etc, …) de precipitação que ocorre na forma líquida. Esta situação ocorre quando num local existe junto à superfície uma massa de ar frio (e com temperaturas abaixo de 0 °C) e sobre esse local se aproxima uma superfície frontal quente que origina precipitação, e que apresenta temperaturas mais elevadas (e acima de 0 °C) em níveis superiores.
Todos os utilizadores da informação meteorológica do IPMA são convidados a partilhar fotografias deste evento, incluindo a sua localização exacta através da área da comunidade IPMA em www.ipma.pt, directamente através do endereço http://meteoglobal.ipma.pt/ ou através da APP do IPMA em “ENVIAR OBSERVAÇÃO”. Esta informação será útil para uma melhor caracterização deste fenómeno, visto que a sua identificação fotográfica é a única forma de confirmar a sua ocorrência numa escala espacial fina.
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Fonte: IPMA

6650. Vento na Madeira é tão forte que faz a água subir a montanha em vez de descer em cascata


domingo, 4 de março de 2018

6641. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo severo

Imagem de Satélite às 17h50
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Fonte: SAT24
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Intensidade da precipitação às 18h30
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Fonte: IPMA