sábado, 30 de junho de 2018

6766. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
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A localização de um centro de baixas pressões a oeste da linha de costa de Portugal Continental traduz-se por instabilidade sobre o território do continental, dando origem a uma corrente do quadrante sul, quente e húmida, responsável pela ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada e queda de granizo.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

6765. Sexta-feira, 29 de Junho: Avisos meteorológicos a partir das 12h59

Fonte: IPMA
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Aguaceiros, por vezes fortes, de granizo e acompanhados de trovoada, em especial nas regiões montanhosas.

6764. RANKING EUROPEU: Tendência climática para o Verão de 2018

VERÃO 2018
(Julho/Agosto/Setembro)
  Tendência climática para o terceiro trimestre de 2018
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TEMPERATURAS MÁXIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas máximas diárias superiores aos valores máximos normais deste trimestre.
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TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com temperaturas mínimas diárias inferiores aos valores mínimos normais deste trimestre.
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
Regiões com maior probabilidade de virem a registar um maior número de dias com precipitações máximas diárias superiores aos valores máximos diários normais deste trimestre.
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 Prováveis regiões da Europa
com valores INFERIORES à média
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VERÃO 2018
(Julho/Agosto/Setembro)
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TEMPERATURA MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos calor
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TEMPERATURA MÍNIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para menos frio 
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PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA
(Acumulada)
Tendência para uma diminuição da precipitação
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6763. PORTUGAL: Tendência climática para o 3º trimestre de 2018

(Tecle sobre as imagens para ampliar)
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Na análise dos quadros publicados constata-se de que, para o terceiro trimestre deste ano (meses de Julho, Agosto e Setembro), há uma tendência de que os valores de temperatura máxima acumulada venha a ser inferior ao normal (com uma confiança de 21,04 %), sendo que as estações de Alverca do Ribatejo, Évora, Base Aérea de Beja e Beja aquelas em que a tendência revela-se contrária, ou seja, serão as regiões do território de Portugal onde o trimestre provavelmente registará uma acumulação de temperaturas máximas diárias relativamente superiores aos valores normais.
Relativamente à precipitação máxima diária que se prevê que se venha a registar ao longo do terceiro trimestre deste ano, há uma clara tendência de que os valores serão inferiores ao normal (com uma confiança de 40,40 %), sendo que as estações de Ponta Delgada e de Viana do Castelo aquelas em que a tendência revela-se contrária, ou seja, serão as regiões do território de Portugal onde o trimestre provavelmente registará uma acumulação de precipitação máxima diária relativamente superiores aos valores normais (tendo em conta de que nas Flores, Angra do Heroísmo, Lajes/Terceira e Viseu terão valores esperados de precipitação máxima diária acumulada ao longo do trimestre idêntico aos valores normais).

quinta-feira, 28 de junho de 2018

6762. Instabilidade no nordeste transmontano

Descargas eléctricas atmosféricas
(entre as 19h00 e as 21h00)
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6761. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade no norte e centro

Imagem de Satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
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Tarde de instabilidade nas regiões do interior norte e centro, com aumento de nebulosidade covectiva e ocorrência de aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoadas.

terça-feira, 26 de junho de 2018

6760. Reflexão sobre acompanhamento meteorológico dos incêndios

Os últimos dias 15 e 16 de Outubro, voltaram a ficar marcados nas nossas memórias pelas piores razões. Mais vítimas inocentes a partir deste mundo cedo demais, mais uns bons milhares de hectares de Floresta ardida sem apelo nem agravo (e uma boa parte dela plantada nos tempos dos Reis), mais uma série de famílias a ficarem sem os seus bens de uma vida, e por aí fora...
Não pretendemos estar aqui a procurar responsabilidades nem falhas na prevenção e no combate às chamas, para isso hão-de haver investigações e Relatórios a minuciar esses aspectos.
Mas estes últimos meses de incêndios por todo o país, fazem-nos colocar algumas questões que achamos poderem ser pertinentes e sobre as quais temos algumas dúvidas.
Estamos a falar do acompanhamento meteorológico que é feito, ou não, durante as operações de combate ao fogo, pelas entidades responsáveis no campo, nomeadamente nos Postos de Comando da Protecção Civil e com a entidade meteorológica nacional, o IPMA.
As condições meteorológicas, como se sabe, são caracterizadas por uma enorme variabilidade das suas características ao longo do tempo, podendo, num curto espaço de horas, alterar-se significativamente, seja de forma positiva ou negativa.
Essa característica implica, em nossa opinião, a necessidade de um acompanhamento em tempo real dessas mesmas condições (vento, humidade, temperatura, …), principalmente em situações como as do combate aos fogos. Uma previsão efectuada ao início da manhã, poderá estar significativamente diferente a meio da tarde e alterar completamente a estratégia de combate a determinado fogo em particular.
Um exemplo: Pedrógão Grande – Dois ou três dias antes daquela fatídica data, as previsões já apontavam para a possibilidade de que aquele dia fosse marcado por temperaturas elevadas e, ao mesmo tempo, por grande instabilidade atmosférica que poderia propiciar o desenvolvimento de algumas células convectivas algures na zona do interior Centro. Mesmo na manhã daquele dia, as condições continuavam a apontar para essa possibilidade, no entanto, às primeiras horas da manhã era impossível saber onde se iriam desenvolver exactamente as células convectivas responsáveis por trovoada. Nesta situação, só o acompanhamento em tempo real das imagens do radar, por exemplo, permitiria saber o momento exacto em que as células convectivas se começariam a formar, bem como as zonas atingidas e as zonas para onde as mesmas se iriam deslocar.
Este acompanhamento teria toda a importância na definição das estratégias de ataque ao fogo, uma vez que permitiria ter uma boa ideia da direcção e intensidade das rajadas de vento que vinham associadas a essas mesmas células convectivas, onde estariam a cair os relâmpagos e a forma como o fogo poderia ser afectado por essas mesmas células.
Segundo exemplo: os dias 15 e 16 de Outubro de 2017 – As previsões meteorológicas do dia 15, apontavam para que fosse um dia muito quente e com ventos fortes, que propiciavam um dia com Risco Elevado de incêndios. Essas mesmas previsões colocavam a chegada da chuva ao final desse mesmo dia ou na madrugada do dia 16, o que aliviaria a situação das condições propícias a incêndio. No entanto, o que aconteceu foi que essa chuva ficou no mar e só entrou em terra, ajudando na situação dos fogos, já ao final do dia 16. Será que esta alteração foi tida em conta no combate aos fogos, ou será que a estratégia de combate ao fogo estava a contar com essa chuva e a informação de que a chuva não iria ocorrer não chegou a quem necessitava dessa informação?
O que é feito lá fora – Só para contextualizar um pouco com os procedimentos adoptados nos Estados Unidos, o país que é atingido todos os anos por eventos meteorológicos dos mais severos do mundo, deixamos aqui a nossa experiência de lá.
Em 2015, uma equipa da Troposfera esteve 3 semanas em pleno coração dos Estados Unidos, onde, para além de termos perseguido e registado uma série de tempestades (das mais severas no planeta), também estivemos presentes no National Weather Center dos Estados Unidos. Lá ficamos a conhecer a forma como é feita toda a previsão meteorológica e como essa informação é transmitida em tempo real (24 sobre 24 horas, 365 dias por ano) a todas as entidades responsáveis (Protecção Civil), às autoridades, aos meios de comunicação (rádios, televisões), às escolas, à própria população. A monitorização das condições é feita de modo contínuo e toda a evolução é transmitida em tempo real a todas as entidades referidas. As transmissões na rádio são interrompidas de imediato se houver a emissão de um Aviso para aquela zona, as televisões interrompem também a sua emissão para actualização da informação, a população recebe avisos via SMS se for emitido um determinado Aviso para a sua localização, etc…
As questões que colocamos – Colocados os factos atrás descritos, ficamos com algumas dúvidas sobre como esse acompanhamento é efectuado cá em Portugal. Sabemos que é feito um briefing matinal entre o IPMA e a Protecção Civil todos os dias ou pelo menos sempre que há situações meteorológicas que podem colocar a população em algum tipo de risco. Possivelmente, em situações mais significativas (como é o caso de dias com grande risco de incêndios), será efectuado um segundo briefing durante a tarde, por exemplo. Mas e durante o resto do tempo? A Protecção Civil só utiliza as previsões dadas pelo IPMA no briefing matinal ou nos dois briefings que ocorrem nesse dia? Há mais briefings? É feito algum tipo de acompanhamento em tempo real da evolução das condições meteorológicas? Se houver alteração das condições, a Protecção Civil tem conhecimento ou procura ter conhecimento? Há algum procedimento em que o IPMA informa a Protecção Civil da evolução das condições em tempo real?
Seria interessante ter uma melhor ideia de como todo este processo se desenrola. Se, de facto, houver um acompanhamento em tempo real das condições meteorológicas, com comunicações permanentes entre IPMA e Protecção Civil, então o processo estará a decorrer de acordo com o que consideramos ser o mais adequado. Se, pelo contrário, não há um acompanhamento em tempo real das condições meteorológicas existentes, consideramos que tal deveria ser revisto com alguma urgência, aproveitando desde já os sinais que o Governo deu sobre a reformulação de uma série de situações, entre as quais no que diz respeito também à forma de combate aos incêndios. Obviamente, esta questão é apenas um dos muitos elementos na engrenagem complexa que é a prevenção e o combate aos fogos e, mais uma vez, vincamos o facto de não estarmos a querer criticar nada nem ninguém nesta breve reflexão. Apenas nos parece um dos pontos importantes em toda esta problemática, sobre o qual temos algumas dúvidas e que lançamos aqui para discussão.
Estamos, também, totalmente disponíveis para também podermos contribuir com quaisquer sugestões ou ideias que possam ajudar a que no futuro, não voltemos a ter uns meses de fogos como estes últimos que passaram.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

6759. Segunda-feira, 25 de Junho (20h30)

Imagem de satélite às 20h30
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Fonte: SAT24
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Nebulosidade baixa persistente ao longo de todo o dia, na faixa litoral oeste das regiões norte e centro.

domingo, 24 de junho de 2018

6758. Domingo, 24 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Elvas – 36,5 ºC
Mirandela – 36,3 ºC
Zebreira – 36,1 ºC
Pinhão (Santa Bárbara) – 36,0 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 35,2 ºC
Portalegre (Cidade) – 35,1 ºC
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Aveiro (Universidade) – 20,3 ºC
Figueira da Foz (Vila Verde) – 20,1 ºC
Porto (S. Gens) – 20,0 ºC
Fóia – 19,9 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 19,8 ºC
Cabo Carvoeiro – 19,2 ºC
Bico da Cana (Madeira): 11,4 ºC
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 18 de junho de 2018

6747. PORTUGAL CONTINENTAL: Instabilidade no interior sul

Imagem de satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
Tarde com aguaceiros e trovoadas no interior sul.
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Algumas temperaturas às 16h00
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Mora – 39,6 ºC
Coruche – 39,3 ºC
Rio Maior – 38,4 ºC
Alvega – 38,4 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval) – 37,8 ºC
Tomar (Valdonas) – 37,7 ºC
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Almada (P. Rainha) – 25,3 ºC
Foía – 25,2 ºC
Penhas Douradas – 24,3 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 22,1 ºC
Cabo Carvoeiro – 20,1 ºC
Cabo Raso – 19,7 ºC
Lombo da Terça (Madeira) – 13,3 ºC
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Fonte: IPMA

domingo, 17 de junho de 2018

6746. Aldeia segura Pessoas seguras

6745. Faro (Webcam_20h30)

Fonte: SurfTotal

6744. PORTUGAL CONTINENTAL: Índice ultravioleta muito elevado


6743. Domingo, 17 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Alvega – 37,9 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha) – 37,4 ºC
Coruche – 37,0 ºC
Elvas – 36,9 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval): 36,9 ºC
Portalegre (Cidade) – 36,6 ºC
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Penhas Douradas – 23,9 ºC
Dunas de Mira – 22,6 ºC
Aveiro (Universidade) – 21,1 ºC
Santa Cruz (Aeródromo) – 18,5 ºC
Cabo Raso – 17,5 ºC
Cabo Carvoeiro – 17,2 ºC
Lombo da Terça (Madeira): 11,4 ºC
Areeiro (Madeira) – 11,4 ºC
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Fonte: IPMA

sábado, 16 de junho de 2018

6742. Análise sinóptica e tendência do estado do tempo


Carta de altitude (200 hPa) prevista para
Quarta-feira, 20 de Junho de 2018_00h00UTC
Fonte: Wetter3
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Humidade relativa aos 700 hPa prevista para
Terça-feira, 19 de Junho de 2018_18h00UTC
Fonte: MeteoPT
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Partículas de poeira em suspensão
na atmosfera previsto para
Segunda-feira, 18 de Junho de 2018_06h00UTC
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A situação sinóptica nos próximos dias será marcada pela presença de um núcleo de ar frio isolado em altitude, centrado entre o Arquipélago da Madeira e o território de Portugal Continental, e que não se reflecte à superfície. O posicionamento do núcleo de ar frio gerará uma corrente continental seca de leste sobre Portugal Continental; a ausência de nebulosidade e a forte radiação solar diurna irão favorecer um aquecimento da superfície terrestre que, por sua vez, transferirá calor e provocará um sobreaquecimento da camada inferior da troposfera, originando movimentos verticais das massas de ar na atmosfera. Esta situação será propícia ao surgimento de nebulosidade convectiva (formada pela subida de massas de ar que arrefecem a uma maior altitude, atingindo o ponto de saturação e dando origem a condensação e formação de nuvens) que poderá traduzir-se por períodos de céu muito nublado e possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas.
Neste contexto, o estado do tempo em Portugal Continental a partir de amanhã tenderá a apresentar-se instável, com predomínio do céu pouco nublado ou limpo ao longo das manhãs e aumentando de nebulosidade a partir do início da tarde, especialmente nas regiões do interior centro e do sul; poderão vir a surgir condições para a ocorrência de aguaceiros e trovoadas, especialmente durante a tarde nas regiões do centro e do sul. Espera-se também uma subida dos valores da temperatura do ar.
A partir de Terça-feira poderá aumentar a presença de poeiras em suspensão na atmosfera, provenientes do norte de África, que se traduzirá sobretudo por afectar a ocorrência de nebulosidade convectiva e por aumento da temperatura do ar.
Esta é uma tendência geral feita a partir da análise de vários modelos, disponíveis no momento; para previsões oficiais consulte o site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

6741. Sábado, 16 de Junho (16h00)

Algumas temperaturas às 16h00
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Portalegre (Cidade): 34,5 ºC
Elvas: 34,3 ºC
Reguengos (São Pedro do Corval): 33,4 ºC
Alvega: 33,2 ºC
Proença – a – Nova (P. Moitas): 33,1 ºC
Amareleja: 33,1 ºC
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Sagres: 20,0 ºC
Viana do Castelo (Chafé): 19,9 ºC
Aveiro (Universidade): 19,0 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 18,3 ºC
Cabo Raso: 17,7 ºC
Cabo Carvoeiro: 17,5 ºC
Bico da Cana (Madeira): 11,5 ºC
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Fonte: IPMA

sexta-feira, 15 de junho de 2018

6740. PORTUGAL CONTINENTAL: Nortada no litoral oeste

Imagem de satélite às 19h00
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Fonte: SAT24
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Rajadas de vento às 19h00
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Fonte: Meteociel
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Períodos de céu muito nublado no litoral oeste, com vento moderado a forte, com rajadas muito fortes, a sul do Cabo Carvoeiro.

6739. PORTUGAL CONTINENTAL: Massa de ar quente sobe temperaturas até perto dos 40 e traz noites tropicais

Uma massa de ar quente vai chegar a Portugal no fim-de-semana e fazer subir as temperaturas, que se podem aproximar dos 40 graus no interior do Alentejo, e trazer noites tropicais. Segundo a meteorologista Maria João Frada, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), no sábado o dia ainda terá temperaturas amenas, mas no domingo os termómetros vão começar a subir, sobretudo por causa de uma massa de ar quente, que vai entrar no território e fazer subir as temperaturas entre três a seis graus.
"Teremos no sábado ainda um dia com temperaturas amenas, em especial no litoral oeste, por causa do vento, que durante a tarde será de noroeste moderado e a soprar por vezes forte, com rajadas que podem chegar aos 65 quilómetros por hora", disse a meteorologista. Nas regiões do interior, a partir do final de dia de sábado, vai chegar uma massa de ar quente, com temperaturas a atingirem os 30 a 34 graus em alguns locais, à excepção da Serra da Estrela, que terá valores mais baixos.
"No domingo e segunda-feira há uma mudança de cenário, com o vento a rodar para leste/nordeste (...) a trazer uma massa de ar tropical, ou mesmo equatorial modificada, e o que vai trazer é uma subida generalizada da temperatura a todo o território, mas que se vai fazer sentir essencialmente nas regiões do litoral oeste", explicou Maria João Frada. A meteorologista sublinhou que as subidas de temperaturas no domingo "serão na ordem dos três a cinco ou seis graus no litoral oeste, em particular na região da Grande Lisboa" e, na segunda-feira, "a corrente de leste vai ser reforçada e as temperaturas máximas tendem a subir mais".
"Vamos chegar a segunda-feira e na generalidade do território as temperaturas máximas vão variar entre os 30 e os 35 graus, com excepção da zona da Serra da Estrela, onde serão ligeiramente mais baixas. No interior do Alentejo vão variar entre os 35 e os 39 graus, assim como no Vale do Tejo e Santarém. Serão estas as regiões mais quentes". Na Grande Lisboa, a temperatura vai subir também de forma significativa na segunda-feira, podendo atingir valores próximos dos 35 graus, acrescentou. Segundo a especialista do IPMA, também no fim de semana, "sobretudo a partir de domingo, vai subir a temperatura mínima e em alguns locais do território "poderá haver valores compatíveis com noites tropicais, com temperaturas mínimas na casa dos 20 graus, em particular no Algarve, no interior do Alentejo, na Grande Lisboa e Vale do Tejo".
A Direcção-Geral da Saúde (DGS) alertou hoje para a previsão de temperaturas elevadas nos próximos dias e recorda que o calor pode ter efeitos negativos na saúde e que a população se deve hidratar e manter as casas frescas. Numa informação colocada no seu site, a DGS sublinha que a exposição ao calor intenso pode ter efeitos negativos na saúde, como a desidratação e outras complicações que podem ser evitadas e que "a reacção de cada pessoa à temperatura e os seus efeitos na saúde podem ser diferentes".
Para proteger a saúde, a DGS recomenda que, durante os dias mais quentes, a população se mantenha hidratada, se proteja do calor, mantenha a casa fresca e fique em contacto e atento aos outros. Recomenda ainda especial atenção, entre outros grupos, aos doentes crónicos, crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida e aconselha a população a evitar zonas de poluição elevada, lembrando que "as temperaturas elevadas e a poluição do ar estão muitas vezes associadas".
Aconselha ainda a que se evite a exposição directa ao sol, especialmente entre as 11h00 e as 17h00, e as actividades físicas no exterior, principalmente nos horários mais quentes. No exterior, recomenda à população que procure locais à sombra e frescos, use roupas leves, claras e soltas, chapéu e óculos com protecção contra a radiação UVA e UVB. Aconselha ainda o uso de protector solar com índice de protecção igual ou superior a 30 sempre que se estiver ao ar livre, renovando a aplicação a cada duas horas.
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Fonte: Sábado

quarta-feira, 13 de junho de 2018

6738. Governo dos Açores acompanha e avalia efeitos da seca prolongada na ilha Terceira

O Governo dos Açores garantiu hoje que está a acompanhar e a avaliar os efeitos da seca prolongada na ilha Terceira e caso seja necessário intervir para apoiar os agricultores nos prejuízos resultantes dessa situação.
Numa nota divulgada hoje pelo executivo açoriano, o secretário regional da Agricultura e Florestas refere que "o Governo dos Açores está a acompanhar e a avaliar, conjuntamente com a Associação Agrícola da Ilha Terceira, os efeitos da seca prolongada que está a atingir o sector agrícola".
O executivo acrescenta que "não se demitirá das suas responsabilidades caso seja necessário intervir para apoiar os agricultores nos prejuízos resultantes dessa situação".
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Fonte: Destak

segunda-feira, 11 de junho de 2018

6737. Temperaturas vão subir a partir desta semana

CopyRight @ RTP Notícias

6736. ARTIGO DE OPINIÃO: O tempo, a meteorologia, o clima, a internet e os impostores

A crescente utilização da Internet e expansão das redes sociais fez surgir nos últimos anos uma aproximação e o interesse do público a temas específicos que afectam o dia a dia das pessoas, como seja o estado do tempo e os fenómenos meteorológicos e climatológicos. Este fenómeno goza cada vez mais de adeptos à escala global e o nosso país não foge à regra.
Inicialmente a partir de fóruns temáticos e mais recentemente com forte presença nas redes sociais, surgem páginas sobre páginas sobre o tempo e a meteorologia, muitas vezes encadeados e sem que haja uma nítida separação entre os dois fenómenos.
Se antigamente existia uma fonte oficial pública nacional que se responsabilizava pelas análises e previsões do estado do tempo para o nosso país, hoje em dia dispararam as páginas e páginas individuais ou de comunidades que se tentam apropriar desse serviço; no entanto, grande parte das pessoas que dirigem essas páginas on line, quer individualmente quer em comunidades pelo facebook, por exemplo, não assumem responsabilidades pelo trabalho que executam, uma vez que a ninguém têm de apresentar responsabilidades, pelo que podem tudo prever mesmo que nada aconteça.
É lamentável que, em pleno século XXI, haja pessoas que se dediquem a divulgar supostas previsões meteorológicas sem para o qual tenham qualquer tipo de formação específica, correndo o risco de se comportarem como impostores da ciência meteorológica, fazendo recordar o período obscuro das crenças da idade média.
É pois necessário alertar a opinião pública sobre tudo o que aparece como sendo válido em termos de previsões meteorológicas; supostamente deverá sempre questionar quem está por detrás de tais páginas ou comunidades no facebook, sabendo qual a sua formação para aferir a validade de tais previsões e quais as responsabilidades que eles próprios assumem no caso de divulgarem previsões que causem graves transtornos à população.
Não se permita que a meteorologia e a climatologia sejam apropriadas por leigos.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

6735. Junho com temperaturas diurnas muito baixas em relação ao normal




O dia de hoje fica marcado pelas baixas temperaturas diurnas, associadas à presença de um núcleo de ar muito frio em altitude a noroeste da Península Ibérica.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

6734. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Imagem de Satélite às 12h00
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Fonte: SAT24
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Passagem de sistema frontal de fraca actividade sobre o território de Portugal Continental; períodos de chuva fraca ou aguaceiros, pouco frequentes e sobretudo no litoral oeste do norte e centro.

terça-feira, 5 de junho de 2018

6733. INCÊNDIOS: Maio com mais do triplo das ocorrências do que o ano passado

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registou, em Maio, 2.260 ocorrências de incêndios rurais, mais do triplo das registadas o ano passado (707) e cerca de seis vezes mais do que em 2016 (380). Segundo dados enviados pelo Ministério da Administração Interna (MAI) à agência Lusa, 15 de Maio foi o dia com maior número de incêndios, com 221 ocorrências e em que foram mobilizados o maior número de operacionais (mais de 2 mil), meios terrestres e aéreos (42 meios aéreos no ataque inicial).
No mesmo mês, o dispositivo aéreo de combate aos incêndios esteve envolvido em 396 missões, com uma taxa de sucesso de 97% no ataque inicial. Dados provisórios do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, indicam que a área ardida em Maio foi de 1.101 hectares, contra 724 o ano passado e 610 em 2016.
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Fonte: Observador

6732. Chuva e frio em Portugal, calor e sol no centro da Europa

Quem esperava que o início de Junho trouxesse o bom tempo vai ter que esperar pelo menos até sábado. Portugal está sob a influência de um anticiclone que deixa a primavera em pausa. Ao contrário, a zona central da Europa vive um verão antecipado. Ao JN, especialistas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) explicam o fenómeno que não é assim tão estranho.
Chuva, nuvens a tapar o sol e até frio. A primavera em Portugal está a defraudar as expectativas de quem contava fazer os primeiros dias de praia no início de Junho. "Os valores que têm sido registados nesta altura do ano têm sido abaixo do que é normal para a época", explica Vânia Lopes, do IPMA.
A culpa do tempo cinzento é do Anticiclone dos Açores que este ano "está ligeiramente abaixo da sua posição normal", originando uma "corrente de oeste e permitindo a passagem de perturbações frontais" e depressões "que têm causado o tempo mais instável". Apesar do desapontamento que a falta de calor possa causar, a especialista revela que "não se trata de uma situação inédita no território continental".
De acordo com os dados do IPMA, a chuva e o tempo mais frio "deverão manter-se até pelo menos o dia 9 de Junho". "É expectável que as temperaturas subam nos meses de Julho e Agosto, no entanto, não podemos afirmar que o verão venha a ser mais quente que o normal", conta.
Mas, se em Portugal são as baixas temperaturas que surpreendem, no resto da Europa é o calor e o sol. Berlim, na Alemanha, tem máximas de 26 graus e a capital austríaca, Viena, atinge mesmo os 29. Mais a norte, na Dinamarca, as máximas estão perto dos 30. "Nos últimos dias a Europa central tem estado sob a influência de uma vasta região depressionária", explica Vânia Lopes.
"O Mediterrâneo tem estado com uma corrente de sul que transporta o ar quente do norte de África para a Europa, que entra na circulação da referida região depressionária, aumentando os valores de temperatura e também aumentando a instabilidade atmosférica", conclui.
Ivo Neto
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