segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

6089. Previsão de vento e agitação marítima forte para os Açores (01 a 02 de fevereiro de 2017)

Uma depressão frontal a noroeste do arquipélago, com deslocamento para leste, deverá desenvolver ventos com força de furacão e ondulação forte que se deverá propagar para a região do Arquipélago dos Açores, afectando principalmente as costas expostas a norte, noroeste e oeste das ilhas mais a norte (Corvo, Flores e Graciosa).
Esta situação afectará inicialmente as ilhas do Grupo Ocidental, especialmente entre as 05h de quarta-feira (dia 1 de Fevereiro) e as 18h de quinta-feira (dia 2 de Fevereiro), com ondas noroeste que poderão atingir 12 m de altura significativa e uma onda máxima de 21 m. O vento será de oeste muito forte (65-75 km/h) com rajadas até 110 km/h, entre as 11h e as 23h de quarta-feira.
Para o Grupo Central, o período mais crítico deverá ocorrer entre as 11h de quarta-feira e as 11h de quinta-feira, com ondas noroeste até 10 m de altura significativa e uma onda máxima de 19 m. O vento será de oeste muito forte (65-75 km/h) com rajadas até 100 km/h, entre as 14h e as 20h de quarta-feira.
Para as ilhas do Grupo Oriental, o período mais crítico deverá ocorrer entre as 20h de quarta-feira dia 1 e as 11h de quinta-feira, com ondas noroeste de 8 a 9 m de altura significativa.
Devido à incerteza inerente às previsões numéricas, a interpretação destes resultados deverá ser feita com cautela, sobretudo em situações extremas como esta. Assim, recomenda-se o acompanhamento dos avisos meteorológicos que serão emitidos de acordo com os critérios e com a antecedência acordada com as autoridades de Protecção Civil.
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6088. PORTUGAL CONTINENTAL/Arquipélago da Madeira: Tempo instável

Fonte: SAT24
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A aproximação e passagem de uma superfície frontal fria sobre o território de Portugal Continental ao longo desta noite e na manhã de amanhã irá dar lugar ao aumento da nebulosidade e ocorrência de precipitação, estendendo-se do litoral oeste para o interior.
Assim, a partir desta noite são esperados períodos de chuva no litoral oeste, aumentando de intensidade e progredindo lentamente para as regiões do interior. Amanhã, após a passagem da superfície frontal fria, o vento rodará para o oeste e com a entrada da massa de ar pós-frontal mais fria e instável, os períodos de chuva darão lugar a aguaceiros.
A situação de instabilidade, no território de Portugal Continental, irá prosseguir ao longo da semana, com a aproximação e passagem de novos sistemas frontais que darão lugar a novos períodos de chuva, afectando sobretudo as regiões do norte e centro. O vento também tenderá a intensificar-se, tornando-se moderado a forte, com rajadas muito fortes, especialmente no litoral oeste e terras altas.
A instabilidade afectará também o Arquipélago da Madeira esta noite onde também haverá precipitação, por vezes forte e acompanhada de trovoadas, passando a regime de aguaceiros a partir da manhã de Terça-feira; vento moderado a forte, com rajadas, especialmente nas terras altas.

domingo, 29 de janeiro de 2017

6087. ERCC: Centro de Coordenação de Resposta de Emergência

O mau tempo na Europa e os incêndios no Chile são, por estes dias, focos de atenção no Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da Comissão Europeia, que tenta que os Estados-membros estejam "em sintonia na resposta". Os 52 elementos da Força Especial de Bombeiros da Protecção Civil que Portugal enviou, na sexta-feira, para combater os incêndios florestais que devastam o Chile desde Dezembro, foram a resposta a um alerta lançado pelo Centro de Coordenação de Resposta de Emergência (ERCC, na sigla em inglês), que a Lusa visitou em Bruxelas, no âmbito de um programa para jornalistas portugueses organizado pelas representações das instituições europeias em Lisboa.
Em cima das mesas, estavam vários mapas-satélite, por exemplo da zona onde uma avalancha provocada por um terramoto causou a morte a pelo menos 29 pessoas, em Itália. O ambiente era de vigia, com os monitores focados nos episódios do dia e nas operações em curso – os barcos de migrantes e refugiados continuam a chegar e já seguiram 11 aviões para Mossul, no Iraque, para prestar assistência médica a civis. "O que fazemos é facilitar o diálogo entre os países", para "melhor responder aos desastres" e "estar em sintonia na resposta a emergências", resume Ionut Homeag, coordenador do centro.
O ERCC está "em contacto permanente" – 24 horas, sete dias por semana – com todos os centros operacionais nacionais, realça. No ano passado, o centro recebeu 26 pedidos de assistência, 18 dos quais de fora da UE. Há uns dias, a atenção concentrava-se no mau tempo na Europa e nos incêndios no Chile, sendo que, neste caso, ainda estavam a ser avaliadas as necessidades e os meios disponíveis. O ERCC só pode agir quando receber um pedido de assistência e só pode destacar meios para o terreno com autorização do próprio país. "A nossa obrigação é estarmos preparados para expedir os meios se o pedido chegar", explica o coordenador. "Este mecanismo é para intervenção rápida, específica, dirigida e de nicho, como abrigos de emergência ou água e saneamento", explica.
"Nunca recusámos um pedido de ajuda", frisa Carlos Gordejuela, porta-voz responsável por Ajuda Humanitária e Protecção Civil, sublinhando que o centro não se substitui à responsabilidade dos Estados-membros, sendo apenas um instrumento adicional, e que o centro não tem aviões "prontos para partir". Com 21 membros, o centro tem sempre, no mínimo, três pessoas a trabalhar, mas, se a tensão aumentar ou existirem várias crises ao mesmo tempo, as equipas alargam.
Durante a crise do Ébola, chegaram a estar 60 a 70 pessoas na reunião da manhã, recorda Loic Lallemand Zeller, chefe da unidade. Portugal accionou um pedido de ajuda no ano passado, em resultado dos fogos florestais, e, agora, vai enviar efectivos para o Chile. O ERCC "é, talvez, o melhor exemplo da solidariedade europeia", considera o comissário europeu para Ajuda Humanitária e Gestão de Crises, Christos Stylianides.
Portugal tem contribuído regularmente e "permanece um dos mais importantes pilares na busca de eficácia e eficiência do centro", frisa o comissário, destacando que 26 países deram uma "excelente resposta à situação de migrantes e refugiados", que já receberam "milhares de mantas, sacos-cama, aquecedores, contentores". Porém, tal não é suficiente para acabar com "a sensação dolorosa de ver pessoas a sofrer em zonas geladas", reconhece. Sublinhando que a UE já "distribuiu muitos fundos para lidar com essa situação difícil", o comissário cipriota reconhece que "os parceiros humanitários, dentro e fora da Europa, podem aliviar o sofrimento" de refugiados e migrantes.
Sofia Branco
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

6086. Autocarro escolar retido pela neve em Viseu

CopyRight @ SIC Notícias

6085. Serra da Estrela



6084. Autoridades alertam para agravamento do estado do mar

A Marinha e a Autoridade Marítima Nacional alertaram esta quinta-feira para o agravamento do estado do mar a partir do final da tarde, situação que só deverá melhorar ao fim do dia de sábado.
Num comunicado divulgado, as autoridades avisam que, "de acordo com a previsão do Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) para o estado do mar para o continente, é provável a ocorrência de forte agitação marítima na costa sul de sudoeste, aumentando para dois a três metros, e de oeste e noroeste, com altura que pode chegar aos cinco metros junto à faixa litoral oeste, atingindo picos de seis metros mais ao largo da costa".
As autoridades recomendam, por isso, à comunidade marítima a adopção de medidas de precaução com as embarcações. Além disso, aconselham o reforço da amarração e vigilância cuidada até sábado. "À população em geral, recomenda-se que se abstenham da prática de passeios junto à costa e da prática de actividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima", acrescentam.
Caso exista absoluta necessidade de deslocação até à orla costeira, acrescenta a mesma nota, deverá manter-se uma atitude vigilante e ter sempre presente que, nestas condições extremas, o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.
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Fonte (texto e imagem): Correio da Manhã

6083. Previsão nebulosidade e precipitação


6082. PORTUGAL CONTINENTAL: instabilidade moderada



O estado do tempo em Portugal Continental estará condicionado hoje, sexta-feira, pela presença de um centro de baixas pressões centrado a oeste da Galiza e que se desloca lentamente para nordeste; a partir do centro de baixas pressões formam-se sucessivas linhas de instabilidade que, movimentando-se em torno do núcleo de baixas pressões segundo o movimento dos ponteiros do relógio, acabam por cruzar todo o território de Portugal Continental, do litoral para o interior.
Em altitude teremos a presença de um cavado que desce em latitude, transportando ar muito frio (temperaturas na ordem dos 25 a 30 ºC negativos aos 500 hPa) sobre a fachada atlântica da Península Ibérica, instabilizando a atmosfera a todos os níveis.
Assim, com estas condições, prevê-se a continuação da instabilidade ao longo do dia, principalmente durante a madrugada e manhã, com de períodos de céu muito nublado e a ocorrência de aguaceiros, pontualmente fortes e acompanhados de trovoadas, eventualmente com queda de granizo, afectando principalmente as regiões do norte e centro. As regiões montanhosas do interior serão afectadas por queda de neve.
O vento soprará moderado, por vezes com rajadas, em especial no litoral oeste e terras altas. O estado do mar apresentará uma agitação significativa.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

6081. PORTUGAL CONTINENTAL: Passagem de superfíce frontal fria (19h00)


6080. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo instável

Previsão para Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2017 – Céu muito nublado ou encoberto, com boas abertas gradualmente a partir do meio da tarde nas regiões a sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela. Períodos de chuva, por vezes forte nas regiões a sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela a partir do início da manhã, passando gradualmente a regime de aguaceiros durante a tarde, que poderão ser ocasionalmente de granizo e acompanhados de trovoada a sul do referido sistema.
Queda de neve acima de 1200/1400 metros de altitude, descendo a cota para 800/1000 metros de altitude no final do dia. Vento fraco a moderado do quadrante sul, soprando até meio da tarde, moderado a forte no litoral, com rajadas até 80 km/h e forte nas terras altas, com rajadas até 90 km/h, rodando para oeste a partir da tarde nas regiões Centro e Sul.
Subida da temperatura mínima, que será acentuada no litoral. Descida da temperatura máxima no interior.
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Fonte: IPMA

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

6079. Quarta-feira, 25 de Janeiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00

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Ponta do Sol (Madeira): 16,0 ºC

Cabo Carvoeiro: 7,6 ºC

Cabo Raso: 6,1 ºC

Odemira (S. Teotónio): 6,1 ºC

Sines: 6,0 ºC

Almada (P. Rainha): 5,1 ºC

Beja: 4,9 ºC

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Dunas de Mira: - 5,1 ºC

Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 5,4 ºC

Chaves (Aeródromo): - 6,0 ºC

Lamas de Mouro (P. Ribeiro): - 6,1 ºC

Carrazeda de Ansiães: - 6,7 ºC

Miranda do Douro: - 7,5 ºC

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Fonte: IPMA

6078. Meteorito passando sobre Lisboa

CopyRight @ Fábio Ribeiro

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

6077. Meteorito/Estrela Cadente/Asteróide (23h21)


6076. Terça-feira, 24 de Janeiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Angra do Heroísmo (Açores): 18,5 ºC
Cabo Raso: 9,3 ºC
Lisboa (Geofísico): 8,3 ºC
Cabo Carvoeiro: 7,9 ºC
Sagres: 7,7 ºC
Lisboa (Alvalade): 6,1 ºC
Sines: 5,8 ºC
Portalegre: 5,8 ºC
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Bragança: - 3,8 ºC
Aljezur: - 4,1 ºC
Dunas de Mira: - 4,2 ºC
Chaves (Aeródromo): - 5,9 ºC
Lamas de Mouro (P. Ribeiro): - 6,0 ºC
Miranda do Douro: - 6,2 ºC
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

6073. Portugal gelado. Na Guarda, chegou-se aos -9,9 negativos

CopyRyght @ RTP Notícias

6072. Nevou na serra algarvia

6071. Imagem de Satélite às 10h00

Fonte: SAT24
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 Carta 500 hPa (09h00)
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Fonte: METEOPT
 

6070. Quinta-feira, 19 de Janeiro (07h00)

Temperaturas inferiores a – 5 ºC às 07h00
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Braga (Merelim): - 5,1 ºC
Bragança: - 5,2 ºC
Alcácer do Sal (Barrosinha): - 5,3 ºC
Leiria (Aeródromo): - 5,3 ºC
Carrazeda de Ansiães: - 5,3 ºC
Figueira de Castelo Rodrigo (Vila Torpim): - 5,5 ºC
Estremoz: - 5,6 ºC
Alvalade: - 5,6 ºC
Mogadouro: - 5,7 ºC
Aljezur: - 6,1 ºC
Alcobaça: - 6,4 ºC
Miranda do Douro: - 6,4 ºC
Dunas de Mira: - 6,6 ºC
Alvega: - 6,7 ºC
Penhas Douradas: - 6,7 ºC
Tomar (Valdonas): - 6,9 ºC
Guarda: - 7,2 ºC
Montalegre: - 7,3 ºC
Coruche: - 7,9 ºC
Sabugal (Martim Rei): - 8,8 ºC
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Fonte: IPMA

6069. Neve no Algarve

O fenómeno surpreendeu esta manhã várias localidades do Sotavento Algarvio e também Baixo Alentejo.
Em Tavira, por exemplo, começou a nevar por volta das 09h00. O comandante dos Bombeiros Municipais disse à TSF que apesar de a neve ter caído sem grande intensidade, trata-se de algo inédito naquela região do Algarve.
De acordo com o jornal regional Sul Informação, caiu neve em Tavira, Moncarapacho, São Brás de Alportel, Salir e até em Vila Real de Santo António, Vila Nova de Cacela e em Monte Gordo.
O site Meteofontes partilha vários vídeos que mostram a queda de neve. De manhã, pouco depois das 08h00, as temperaturas eram, segundo o Meteofontes, de 2,4ºC em Carvoeiro e 2,6ºC no Sítio das Fontes (Estômbar). No interior, estavam perto dos 0ºC. Durante a noite, nas Fontes de Estômbar, a mínima chegou aos -2,4ºC.
Com a chegada do sol e a ligeira subida das temperaturas, a neve dissipou-se. Todos os distritos de Portugal continental estão sob Aviso Amarelo, o terceiro mais grave de uma escala de quatro, por causa do tempo frio, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
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Fonte: TSF

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

6068. Quarta-feira, 18 de Janeiro (17h00)

Imagem de Satélite às 17h00
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Fonte: SAT24

6067. Quarta-feira, 18 de Janeiro (07h00)

Algumas temperaturas às 07h00
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Angra do Heroísmo (Açores): 17,5 ºC
Cabo Raso: 8,1 ºC
Almada (P. Rainha): 7,0 ºC
Faro (Aeroporto): 6,6 ºC
Lisboa (Geofísico): 6,5 ºC
Sagres: 6,4 ºC
Santa Cruz (Aeródromo): 6,2 ºC
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Guarda: - 5,3 ºC
Montalegre: - 5,6 ºC
Bragança: - 5,7 ºC
Macedo de Cavaleiros (Bagueixe): - 5,8 ºC
Miranda do Douro: - 6,5 ºC
Penhas Douradas: - 7,1 ºC
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Fonte: IPMA

6066. Incêndio da Serra do Alvão em fase de resolução

O incêndio, que deflagrou às 17 horas desta terça-feira, perto de Escariz, em Vila Real, já está controlado. O comandante dos Bombeiros da Cruz Branca, Orlando Matos, afirmou que "quatro das cinco frentes que estiveram activas já foram controladas, havendo apenas alguns focos de uma frente que estão a arder numa zona de difícil acesso".
"As temperaturas desceram e está muito frio, o que vai ajudar a apagar estes pequenos focos", adiantou. Orlando Matos revelou que "ardeu mais de metade da encosta da serra voltada para a cidade de Vila Real". O vento forte que se fez sentir e a existência de várias frentes dificultaram o trabalho dos bombeiros.
Foram atingidas as freguesias de Borbela, Adoufe e Vilarinho de Samardã. A situação mais preocupante verificou-se junto à aldeia de Cravelas, mas os bombeiros conseguiram impedir o avanço das chamas.
O comandante dos Bombeiros da Cruz Branca sublinhou que "o combate às chamas fez-se apenas com voluntários" e lamentou que outras forças não tenham colaborado. No local, estiveram 102 bombeiros de várias corporações do distrito, apoiados por 26 viaturas. As chamas começaram por ser combatidas pela corporação da Cruz Branca, mas dada a dimensão da área que estava a arder e a insuficiência de meios, a Protecção Civil foi obrigada a "pedir um reforço de equipas exteriores".
Sandra Borges
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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

6065. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo severo


Analisando a carta sinóptica acima representada, constatamos que o estado do tempo em Portugal Continental passará, a partir de amanhã, a estar condicionado pela conjugação de um anticiclone centrado no norte da Europa e um centro de baixas pressões centrado no mar Mediterrâneo, que irão favorecer ao estabelecimento de um fluxo de ar polar continental, procedente da Europa Oriental, seco e frio.
Em altitude (Carta GFS) observamos a aproximação de um núcleo de ar muito frio em altitude (temperaturas inferiores a 30º Célsius aos 500 hPa, aproximadamente aos 5500 metros de altitude), que amanhã ao meio – dia já abrangerá grande parte do leste da Península Ibérica; este núcleo de ar frio procedente de leste prosseguirá o seu movimento retrógrado para oeste em direcção a Portugal Continental, onde penetrará na noite de Quarta para Quinta-feira.
Assim, nos próximos dias, em Portugal Continental predominará o tempo frio, com céu pouco nublado ou limpo e vento moderado do quadrante leste; espera-se também uma acentuada descida da temperatura do ar, tanto dos valores máximos como dos valores mínimos.

6064. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo frio (Actualização)

A partir de dia 18, prevê-se uma situação de tempo frio em Portugal continental, devido à acção conjunta de um anticiclone localizado a leste das Ilhas Britânicas e de uma depressão centrada sobre o Mediterrâneo, com expressão em altitude, e em deslocamento para oeste. A massa de ar frio e seco transportada nesta circulação dará origem a uma descida dos valores da temperatura do ar (máxima e mínima).
A temperatura mínima deverá variar entre -1°C e 4°C no litoral e entre -5°C e -1°C nas regiões do interior, podendo chegar a valores entre -10°C e -5°C nas terras altas do interior Norte e Centro. A temperatura máxima não deverá ultrapassar 8°C a 12°C no litoral oeste e no interior Sul, sendo ligeiramente superior na costa sul do Algarve (entre 12°C a 14°C) e inferior nas regiões do interior Norte e Centro, onde os valores não deverão ultrapassar 5°C a 8°C.
Também se prevê a formação de geada, em especial nas regiões do interior, e vento moderado a forte predominando de nordeste, sobretudo no dia 18.
Nos próximos dias é expectável um aumento do desconforto térmico associado às baixas temperaturas e ao aumento da intensidade do vento (em especial nas terras altas).
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Fonte: IPMA

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

6063. PORTUGAL CONTINENTAL: Tempo frio

A partir de dia 18, prevê-se uma situação de tempo frio em Portugal continental, devido à acção conjunta de um anticiclone localizado a leste das Ilhas Britânicas e de uma depressão centrada sobre o Mediterrâneo, com expressão em altitude, e em deslocamento para oeste. A massa de ar de ar frio e seco transportado nesta circulação dará origem a uma descida dos valores da temperatura do ar (máxima e mínima).
A temperatura mínima deverá variar entre 0º e 4ºC, na generalidade do território, prevendo-se que atinja valores até -5 a -7ºC nas regiões do interior, em particular Norte e Centro. A temperatura máxima não deverá ultrapassar 8º a 12ºC no litoral oeste e no interior Sul, sendo ligeiramente superior na costa sul do Algarve (entre 12º a 14ºC) e inferior nas regiões do interior Norte e Centro, onde os valores não deverão ultrapassar 5º a 7ºC.
Também se prevê a formação de geada, em especial nas regiões do interior, e vento moderado a forte predominando de nordeste, sobretudo nos dias 18 e 19. Nos próximos dias é expectável um aumento do desconforto térmico associado às baixas temperaturas e ao aumento da intensidade do vento (em especial nas terras altas).
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Fonte: IPMA

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

6061. Qunta-feira, 12 de Janeiro (15h00)

A imagem de satélite das 15h00 desta tarde permite observar a aproximação de uma superfície frontal fria ao noroeste da Península Ibérica, em deslocamento para sueste. Esta superfície frontal fria irá atravessar o território de Portugal Continental ao longo desta noite e na parte da manhã de Sexta-feira, trazendo um aumento de nebulosidade e a possibilidade de ocorrência de precipitação, escassa, em especial no litoral oeste e regiões montanhosas do interior norte e centro.
Após a passagem da superfície frontal fria, os ventos rodarão para o quadrante norte e Portugal Continental ficará sob o efeito da entrada de uma massa de ar polar marítima sobre o nosso território, que irá provocar uma descida de temperatura, dando origem a tempo frio.
Ao longo da próxima semana, com a fixação de um anticiclone a noroeste da Península Ibérica, conjugado com a presença de baixas pressões no Mar Mediterrâneo, assistir-se-á à entrada de uma massa de continental seca sobre a Península Ibérica, procedente da Europa Central, transportando ar muito frio, fazendo que as temperaturas continuem progressivamente a descer e a tempo muito frio.

6060. ALMARAZ: Portugal recorreu à União Europeia e Bruxelas vai pedir esclarecimentos

Portugal vai mesmo recorrer à Comissão Europeia para intervir no processo de Almaraz. A queixa seguirá para Bruxelas na próxima segunda-feira. A reunião com as autoridades espanholas realizada esta quinta-feira em Madrid não permitiu que o Governo de Moncloa recuasse na sua intenção de construir um novo espaço de armazenamento na central nuclear junto à fronteira com Portugal.
Ao que o Observador apurou, as autoridades espanholas não se mostraram disponíveis para suspender a construção do Armazém Temporário Individualizado na central nuclear Almaraz enquanto não fosse realizado o estudo de impacto ambiental transfronteiriço — uma medida importante para Portugal tendo em conta a proximidade daquela estrutura com a fronteira portuguesa, cerca de 100 quilómetros.
Foi isso que o ministro deu a entender nas declarações aos jornalistas, ainda antes de a reunião ter terminado. “No que diz respeito à avaliação de impacto transfronteiriço, não estamos de acordo”, disse João Pedro Matos Fernandes. O Governo faz ponto de honra da realização dessa avaliação, que, de resto, decorre da lei comunitária no que a estes projectos diz respeito, mas Espanha tem outra interpretação da legislação e pretende seguir com a construção.
“Fizemos um esforço para chegar a acordo”, uma vez que de um projecto destes podem resultar impactos para Portugal”, sublinhou o ministro do Ambiente em Madrid.
Portugal vai concretizar a queixa contra Espanha junto da Comissão Europeia no início da próxima semana. O Governo português vai solicitar a intervenção” de Bruxelas “na avaliação e na resolução” do diferendo entre os dois países, um episódio de divergência diplomática raro entre os dois países da Península Ibérica. A ameaça já tinha sido feito na semana passada pelo ministro do Ambiente e confirmada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, mas estava em stand by até que o encontro em Madrid se concretizasse.
Ao DN, Bruxelas já lembrou Espanha de que a lei é para cumprir. “Se a queixa for apresentada, a Comissão examinará o assunto e poderá decidir contactar a Espanha a fim de clarificar a situação e chamar a atenção para as obrigações previstas na legislação da UE”, diz a porta-voz do comissário do Ambiente. A Comissão diz-se, no entanto, disponível para ajudar ao diálogo entre os dois países.
Almaraz: Bruxelas admite pedir esclarecimentos a Espanha – A Comissão Europeia admitiu, esta quinta-feira, que poderá contactar as autoridades espanholas para “clarificar a situação” do aterro nuclear na central de Almaraz e “chamar a atenção” para as obrigações previstas na legislação comunitária em matéria de segurança nuclear.
Questionado pela Lusa sobre o anúncio feito esta quinta-feira, sobre o Governo português apresentar queixa em Bruxelas, o porta-voz do Ambiente, Enrico Brivio, referiu que, até ao momento, o executivo comunitário ainda não recebeu uma queixa formal mas, se e quando tal acontecer, “a Comissão irá analisá-la e poderá decidir contactar Espanha para clarificar a situação e chamar a atenção para as obrigações previstas na legislação da União Europeia”.
O porta-voz acrescentou que “a Comissão está a par das preocupações manifestadas pelas autoridades portuguesas” e referiu que, embora os Estados-membros sejam livres de incluir a energia nuclear nos seus cabazes energéticos, “todos têm de aplicar os mais elevados padrões de segurança” na gestão de resíduos.
“A segurança vem sempre em primeiro lugar”, garantiu.
Agência Lusa e Pedro Rainho
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Fonte: Observador

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

6058. Vaga de frio polar faz mais de 20 mortos na Europa

6057. Europa (Tendência climática)

Lista de estações com maior tendência de subida no
RANKING METEOROLÓGICO EUROPEU
(ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5934)
Temperaturas máximas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas máximas diárias mais elevadas ao longo do ano.
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Temperaturas minímas diárias 
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez temperaturas mínimas absolutas diárias mais baixas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com temperaturas mínimas diárias mais baixas ao longo do ano.
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Precipitação total em 24 horas
(acumuladas em doze meses)
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Ordem/Estação meteorológica/
Nº de Trimestre a subir no Ranking Europeu/
variação com o trimestre anterior
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Estas estações meteorológicas são as que têm registado um maior número de trimestres a subir no Ranking Meteorológico Europeu. Assim, estas são as vinte e cinco estações meteorológicas europeias que tendem a registar, cada vez com mais frequência, as dez precipitações máximas absolutas diárias mais elevadas em todo o continente europeu, considerando um período de doze meses consecutivos. São estações meteorológicas com tendência a terem um clima com maiores precipitações diárias acumuladas diariamente ao longo do ano.

6056. Tendências de dados meteorológicos (EUROPA)

ACTUALIZAÇÃO DA POSTAGEM Nº 5933
Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas máximas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos temperaturas mínimas 
no TOP 10 diário
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Algumas das estações meteorológicas com tendência a
registar cada vez menos precipitações em 24 horas 
no TOP 10 diário
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6055. Chaves


domingo, 8 de janeiro de 2017

6054. Percentagem de acerto nas previsões climáticas trimestrais (Europa)

1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
4º Trimestre 2014 até 3º Trimestre 2016 = 65,58 %
3º Trimestre 2014 até 2º Trimestre 2016 = 63,83 %
2º Trimestre 2014 até 1º Trimestre 2016 = 62,92 %
1º Trimestre 2014 até 4º Trimestre 2015 = 61,17 %
4º Trimestre 2013 até 3º Trimestre 2015 = 61,14 %
3º Trimestre 2013 até 2º Trimestre 2015 = 60,42 %
2º Trimestre 2013 até 1º Trimestre 2015 = 59,17 %
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1º Trimestre 2015 até 4º Trimestre 2016 = 65,08 %
1º Trimestre 2013 até 4º Trimestre 2014 = 58,00 %

6053. Estimativa climática (Resumo)

Em Setembro de 2016 foi apresentada uma estimativa (postagem 5917) para para as estações do Ranking Meteorológico Europeu sobre a provável evolução das temperaturas máximas diárias acumuladas, temperaturas mínimas diárias acumuladas e precipitações máximas diárias acumuladas, ao longo do quarto trimestre de 2016 (OUTONO). Terminado o período para o qual foram feitas as previsões, apresentam-se os quadros de apuramento final com os dados acertados.


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SÍNTESE RELATIVAMENTE AOS APURAMENTOS
(percentagem de acerto nas previsões)
* * *
4º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 56 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 69 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 44 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 60 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
2º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 56 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2016 (MÉDIA = 70 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
4º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 61 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 32 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 16 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 32 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 52 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 100 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
2º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 65 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 40 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 20 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
1º Trimestre de 2015 (MÉDIA = 59 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 40 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 8 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
4º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 68 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 68 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 44 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 88 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 96 %
3º Trimestre de 2014 (MÉDIA = 55 %)
Temperatura máxima diária acumulada superior à média - 28 %
Temperatura mínima diária acumulada superior à média - 20 %
Precipitação máxima diária acumulada superior à média - 12 %
Temperatura máxima diária acumulada inferior à média - 92 %
Temperatura mínima diária acumulada inferior à média -  100 %
Precipitação máxima diária acumulada inferior à média - 76 %